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Política

Wellington Dias delibera lockdown parcial por dez dias no Piauí

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O governador Wellington Dias conduziu, na tarde desta quinta-feira (25), reunião do Comitê de Operações Emergenciais (COE) Ampliado, que deliberou por novas medidas de isolamento social e combate ao novo coronavírus, a serem seguidas até o domingo de Páscoa (4). A intenção é construir, junto com as prefeituras, um plano de restrição para os próximos dez dias, alternando feriados, pontos facultativos e finais de semana, permitindo apenas o funcionamento de atividades consideradas essenciais.

A restrição inicia nesta sexta-feira (26), com o feriado antecipado do dia de Nossa Senhora Aparecida, quando vigoram as restrições já praticadas nos fins de semana. Na segunda-feira (29), o governo decretou ponto facultativo. Na terça-feira (30), será feriado antecipado de Corpus Christi. Quarta-feira (31), foi proposto às prefeituras que antecipem seus feriados de aniversário de emancipação política. Na quinta-feira (1º), o governo decretou novamente ponto-facultativo. Na sexta-feira (2), será feriado em função da Semana Santa, seguindo com as restrições até domingo (4).

“A maioria dos municípios vai antecipar os feriados. Alguns editarão decretos ainda mais rígidos, prevendo até fechamento de bares”, afirmou Paulo César, presidente da Associação Piauiense de Municípios (APPM).

O governador Wellington Dias explicou que as medidas restritivas adotadas ao longo das últimas semanas, já apresentam resultados positivos. Segundo ele, a curva de transmissibilidade do coronavírus no Piauí, reduziu de 1,4 para 1,1. Isso quer dizer que cada 100 pessoas infectadas, contaminam 110 pessoas. O objetivo é reduzir o índice abaixo de 1.

O chefe do executivo estadual determinou também o reforço de barreiras sanitárias em aeroportos, nas divisas do estado e limites entre municípios. O programa Busca Ativa seguirá funcionando, promovendo rastreio de novos casos da doença. “Identificando pessoas doentes e tirando pessoas da circulação normal, associando à vacinação, esperamos recuar no número de internação reduzindo a fila de espera e ao mesmo tempo termos menos pessoas doentes no Piauí”, registrou Dias.

O governo deve restringir o transporte intermunicipal de passageiros e a venda de bebidas alcoólicas durante o período de maior isolamento social. Uma das preocupações é reduzir os acidentes automobilísticos e a consequente ocupação de leitos hospitalares que eles ocasionam. Outra intenção é minimizar o fluxo do vírus da capital para as comunidades do interior, através da migração de pessoas.

As cidades litorâneas estão sendo orientadas a restringir o acesso às praias.

O Piauí atingiu recorde de mortes por Covid-19, nessa quarta-feira (24), chegando a 49 óbitos em um único dia e 3.319 mortes no total. Dados da Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi), apresentados na reunião, indicam a existência de 195 pacientes na fila de espera por leito hospitalar no estado, 81 aguardando leito clínico e 114 esperando vaga na UTI. A cada 100 pacientes testados, quase 41 tem a infecção confirmada.

“É um recolhimento para que possamos verdadeiramente combater este vírus, com sacrifícios de todas as partes. Reiteramos nosso apoio, mesmo diante do descontentamento, sabendo que é algo necessário” ponderou Sávio Normando, presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas.

Com informações da Ascom

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Política

Wellington Dias confirma que a ONU vai antecipar 4 milhões de vacinas contra Covid-19

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O governador do Piauí e presidente do Fórum de Governadores do Nordeste, Wellington Dias (PT), afirmou nesta sexta-feira (16) que a reunião com representantes da ONU (Organização das Nações Unidas ficou decidido que será antecipação de 4 milhões de vacinas, com possibilidade de entrega neste mês

Conforme o governador, na reunião foi debatida também a falta de vacinas, especialmente a segunda dose da Coronavac, sendo

De acordo com o governador Wellington Dias, neste momento 11 estados do país estão sem analgésicos e sedativos.
“A gente precisa de um apoio por parte da ONU na área dos insumos. São 11 estados neste instante no Brasil em que pacientes estão hospitalizados e faltam analgésicos, sedativos, em alguns lugares oxigênio, ou seja, da necessidade de a ONU ter também essa ajuda humanitária nessa direção”, afirmou.

O governador afirmou que a situação do Brasil em relação à covid-19 virou um problema mundial.

“Solicitamos essa agenda por compreender que o Brasil vive uma situação particular. Não é mais um problema só do Brasil, é do mundo”, declarou.

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Política

‘Só Deus me tira da cadeira presidencial’, diz Bolsonaro sobre possível processo de impeachment

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O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (15) que apenas Deus pode tirá-lo da cadeira presidencial. O comentário de Bolsonaro foi uma resposta à informação de que a ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu cinco dias para que o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), explique os motivos por não ter analisado os pedidos de impeachment protocolados na Câmara.

A decisão da ministra foi tomada em um processo no STF que questiona por que a Câmara dos Deputados não analisou os mais de 100 pedidos de impeachment já protocolados contra Bolsonaro. De acordo com a Constituição, a decisão sobre a abertura ou não de um processo de impeachment cabe ao presidente da Câmara, que não possui prazo para tomar a decisão.

— Eu não quero me antecipar e falar o que acho sobre isso, mas digo uma coisa: só Deus me tira da cadeira presidencial e me tira, obviamente, tirando a minha vida. Fora isso, o que estamos vendo acontecer no Brasil não vai se concretizar. Mas não vai mesmo. Não vai mesmo — afirmou Bolsonaro durante a live semanal que realiza nas redes sociais.

O presidente afirmou que irá aguardar a resposta de Arthur Lira à decisão de Cármen Lúcia. A ação no Supremo pede que a Corte imponha um prazo para que o presidente da Câmara analise os pedidos.

Durante a transmissão, o presidente Bolsonaro voltou a afirmar que o país se aproxima de um limite. Nesta semana, em conversa com apoiadores no Palácio do Alvorada, o presidente afirmou que espera uma sinalização do povo. Na live, Bolsonaro disse que o governo vai “agir dentro das quatro linhas da Constituição restabelecendo a ordem no Brasil”.

— Lamento muito pelo futuro do nosso Brasil. E o que eu posso fazer? A gente só ganha a guerra se tiver informações, se o povo estiver bem informado, consciência do que está acontecendo. Alguns querem que seja imediatista. Eu sei o que tem que fazer, dentro das quatro linhas da Constituição. Se o povo cada vez mais se inteirar, se informar, cutucar seu vizinho, mostrar qual o futuro do nosso Brasil, a gente ganha essa guerra. Eu sei onde está o câncer do Brasil. Se esse câncer for curado, o corpo volta a sua normalidade. Estamos entendidos? Se alguém acha que tem que ser mais explícito, lamento — afirmou.

Fonte: globo.com

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CUT apoia projeto de Rejane Dias que pede redução do preço da cesta básica

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A Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio e Serviços da CUT (Contracs/CUT) manifestou apoio à proposta da deputada Rejane Dias que reduz o preço da cesta básica. O Projeto de Lei 4691/20 isenta os produtos que compõem a cesta de alimentos do pagamento dos tributos federais (PIS/Pasep e Cofins) até 31 de dezembro de 2021. O objetivo da proposta é desonerar a comercialização dos produtos, reduzindo a zero as alíquotas da contribuição.

Em uma reunião remota realizada na quarta-feira (14), membros da Confederação afirmaram que irão realizar uma campanha em favor do projeto.

Pelo texto, que tramita na Câmara dos Deputados, .os produtos também estarão isentos do imposto de importação e da taxa de despacho aduaneiro por motivo de relevância internacional decorrente da pandemia, abuso do poder econômico ou escassez do produto no mercado interno.

A autora do projeto, deputada Rejane Dias afirma que é preciso tornar esses insumos mais acessíveis, sobretudo no período de quarentena.

“O objetivo da proposta é reduzir a zero as alíquotas da contribuição e, na prática, baixar o preço final ao consumidor, até que a pandemia esteja controlada. Cada dia que passa está ficando mais difícil para as famílias comprarem os itens básicos da cesta, como arroz, feijão, óleo, e a proposta prevê a redução do preço desses itens, na prática”, diz a parlamentar.

“Presenciamos o que poderá ser a maior crise social da história da República brasileira. O cenário é desanimador em nível mundial, com a Organização das Nações Unidas – ONU enfatizando ao grupo das 20 nações mais ricas do mundo que medidas coordenadas devem ser tomadas para se evitar uma ‘pandemia de proporções apocalípticas’. Não resta dúvida de que o País precisa tomar ações necessárias e urgentes”, defende a deputada.

Tramitação
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ).

Fonte: Ascom
Foto: Pablo Valadares/Agência Câmara

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