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    Artigo – Wellington além dos demais políticos

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    Quando se observa atento e historicamente o quadro político-partidário do Estado do Piauí e os seus agentes políticos, a história nos aponta notadamente para Chagas Rodrigues e Petrônio Portella, Alberto Silva e Mão Santa (Francisco de Assis Moraes Souza) Leônidas Melo e Hugo Napoleão e Wellington Dias.

    ​Entretanto, exclusivamente Wellington Dias obteve o pólio inédito de ter exercido, por quatro vezes a Chefe do Poder Executivo do Piauí, e cujas eleições sempre vitoriosas no primeiro turno.

    ​Apenas Wellington Dias, desses políticos acima nominados, teve a capacidade de construir uma engenaria político-administrativa vitoriosa no Piauí, em quatro oportunidades distantes.

    ​E, por isso, tornou-se o maior líder político de toda a história do Piauí.

    ​Evidente que se reconhece os méritos políticos e administrativos de Chagas e Petrônio, Alberto Silva e Mão Santa, além de Leônidas Melo e Hugo Napoleão, porém, nenhum alcançou o mérito conferido ao Governador Wellington Dias, de origem humilde; no entanto, não ficou se molestando ou maldizendo de sua humildade, para convencer as pessoas e sufragarem o seu nome como emérito político.

    ​E, mesmo levando em consideração que o médico Leônidas Melo, filho de Barras, exerceu o poder político durante 15 anos, porém, ainda assim, não é comparável às atividades políticas do Governador Wellington Dias, filho de São João do Piauí. Justamente por ter sido interventor nomeado por Getúlio Vargas.

    E, ainda, destacando-se os ex-governadores Alberto Silva e Mão Santa, mas também Hugo Napoleão, todos eleitos para dois mandatos eletivos, no cenário histórico piauiense, contudo, sem a proeminência e o protagonismo de Wellington Dias, imbatível em qualquer das circunstâncias registradas e avaliadas.

    Considerando-se também que Chagas Rodrigues, Petrônio Portella, Alberto Silva, Mão Santa e Hugo Napoleão eram provenientes de famílias ilustres, abastadas e detentoras de regular patrimônio, diferente de Leônidas e Wellington Dias, que possuíam quase nada patrimonialmente, mas esta circunstância não intimidou essas duas figuras ilustres da política estadual.

    ​Outra marca da forte e inédita liderança de Wellington Dias é que elegera-se de vereador de Teresina, passando por deputado estadual e federal, Senador da República e Governador do Estado do Piauí, sem que haja perdido uma única eleição proporcional e majoritária.

    ​O único político nacional que teve desempenho político igual ao do líder Wellington Dias, foi o Governador Alckmin de São Paulo.

    ​Miguel Arraes de Alencar, o cearense que migrou para Pernambuco, notabilizou-se em Pernambuco, foi eleito para três mandatos para Chefe do Poder Executivo pernambucano.

    ​Outra marca histórica de Wellington Dias e dos políticos citados neste trabalho é a honestidade. Nenhum cassado e processado por corrupção. E apenas Chagas Rodrigues cassado por questão política-ideológica pela dita Revolução de 64.

    ​E, Mão Santa, por uma farsa armada pelos seus adversários. Entretanto, isso jamais será demérito para o ex-governador Chagas Rodrigues. E não Mão Santa este eleito e reeleito prefeito de Parnaíba.

    ​E, enquanto Chagas, Alberto Silva, Mão Santa, Petrônio, Leônidas e Hugo nasceram em municípios grandes e ricos, respectivamente, Parnaíba, Valença e Barras, Wellington nasceu no Semiárido do Nordeste, município de São João do Piauí.

    ​Wellington Dias notabilizou-se também como político dentro dos sindicatos, especialmente o da Caixa Econômica Federal, e também como funcionário desta empresa pública de crédito aonde ingressou por concurso público.

    ​Aliás, outro registro incomum da vida de Wellington Dias, é o fato de ter sido aprovado em concursos públicos para o BNB, Banco do Brasil, Banco do Estado do Piauí e Caixa Econômica, tendo escolhido esta para trabalhar.

    ​Wellington sempre se destacou em suas lutas como estudante, sindicalista e político pela sua coragem de enfrentar os adversários antepostos, entrepostos e pospostos, com muita coragem e determinação, mas também com estremada habilidade e seriedade. Sua urbanidade é reconhecida por todos.

    ​É um político hábil, moderado, manhoso, sereno e ponderado.

    ​Faço este livro, com os trabalhos publicados na imprensa do Piauí, com o Governador Wellington Dias, porque compreendo como dificílima a sua ação de ter alcançado honestamente esse grandioso patamar de sua vida política sem ter entrado em confronto real com inimigos e desavindos, usando sempre a sua extraordinária habilidade e paciência. E com estas, realizando os seus belos sonhos na política.

    Ademais, este é o I Volume, estou organizando o II volume, porém, porque quis lançar para o público piauiense, especialmente a classe política, a envergadura política desse jovem político e governador, de origem humilde, que teve a capacidade de convencer à sociedade piauiense, ao eleitorado piauiense, a elegê-lo quatro vezes Chefe do Poder Executivo do Piauí, sempre no primeiro turno, destacando-se além de Chagas Rodrigues, Petrônio Portella, Alberto Silva,
    Mão Santa, Hugo Napoleão, Leônidas Melo, também todos honrados.

    MAGNO PIRES é Diretor-geral do Instituto de Águas e Esgotos do Piauí – IAE-PI, Ex-Secretário de Administração do Piauí e ex-presidente da Fundação CEPRO, advogado da União (aposentado), professor, jornalista e ex-advogado da Cia. Antáctica Paulista (hoje AMBEV) por 32 anos consecutivos.

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