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    Tem lógica a expressão eleitos?

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    Tem. Lógico que SIM. È racional. É sábio e inteligente quem acredita. É bíblico. Você já viu a um justo faltar o pão? Algum seguidor de Cristo Jesus com vida semelhante ao que recomenda Cristo Jesus; Deus, padecendo? É realmente uma dádiva de Deus perceber uma Igreja lotada e todos realmente louvando e agradecendo a Deus cotidianamente. E os temas contemporâneos onde ficam? Leia a Sagrada Escritura e continue “investindo” na solidificação da fé. Conheces John Stott? Em seu livro O Cristão em uma sociedade não cristã ele “ensina”, “aconselha” como posicionar-se biblicamente diante dos desafios contemporâneos. Mas Stott não é católico? Um dos componentes principais de uma intelectualidade com cosmovisão cristã é o respeito às outras religiões!

    Quem foi então John Stott? Foi Pastor Anglicano e um dos líderes do movimento chamado “evangelical”, surgido nos anos 1970 e consolidado no Congresso Internacional sobre Evangelização Mundial em Lausanne, em 1974, que exortava os cristãos a mais engajamento nos movimentos sociais com base nos valores do Reino. Tá vendo! Não seja como aquele “Arcebispo” que acredita “que pode comprar a tudo e a todos” e eleger até mesmo o sucessor! Quem é esse? O Vaticano já sabe de todas as “articulações”? Nobre escritor afinal o que significa o tema tem lógica a expressão eleitos? A eleição é uma “tese” lógica, bíblica e muito bem fundamentada pelo excelente teólogo JOÃO CALVINO!

    Erroneamente muitos associam a eleição e os eleitos ao simples poder econômico. Os eleitos segundo o presbiteriano João Calvino são os escolhidos por Deus e ninguém sabe quem são e onde estão. Sabia que podem existir eleitos católicos, anglicanos, presbiterianos, batistas, metodistas, luteranos, pentecostais e neo-pentecostais? Tem sentido simplesmente acreditar que Deus sendo bondoso, misericordioso, amoroso e exemplarmente bom formular e arquitetar tal coisa? Esqueceram de que Deus é Justo! A Igreja de Cristo Jesus; Deus tem seus fundamentos e não adianta dizer que sua Igreja não age democraticamente. Como agir “democraticamente”? Deus é Deus. É lógico, é racional.

    Mas os cristãos que agem com uma vida exemplar não consideram a democracia? Em se tratando da eleição divina NÃO. Deus é Deus e Ele tem o direito de escolher os seus. Democracia cabe a contexto sócio-político e econômico, mas não divino. Ao falar da importância da democracia, o teólogo Richard Niebuhr disse: Democracia é a forma apropriada de governo numa criação caída em que nenhuma pessoa ou instituição, incluindo a Igreja, é capaz de falar infalivelmente no lugar de Deus. Democracia é a expressão necessária de humildade, em que todas as pessoas e instituições precisam prestar contas a propósitos transcendentes imperfeitamente discernidos {…} é claro que a democracia é insatisfatória. Os descontentes da democracia – seu caráter provisório e incompleto – são os sinais de saúde política. A fome, de uma maneira verdadeiramente satisfatória, de pôr o mundo em ordem é louvável. Mas é uma fome do Reino de Deus, e ela está perigosamente fora do lugar quando é investida na arena política. Cristãos devem ter o cuidado de “não batizar” qualquer ideologia política (de direita, de esquerda ou de centro, como se ela detivesse um monopólio de verdade e bondade. Procure Cristo enquanto ainda o pode encontrar. Viva como se um eleito fosse. Confie em Cristo Jesus!

    Por Josenildo Melo

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