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    SETUT aceita proposta da Prefeitura de Teresina e decide parcelar de dívidas de R$ 22 milhões

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    SETUT aceita proposta da Prefeitura de Teresina e decide parcelar de dívidas de R$ 22 milhões

    O Sindicato das Empresas Transporte Urbano de Teresina (SETUT) informou nesta sexta-feira (5), em reunião, online aceitar a proposta da Prefeitura de Teresina em parcelar a dívida de 22 milhões em 20 vezes, acumulada até setembro de 2020. A coletiva contou com a participação da assessora técnica da diretoria, Myrian Aguiar, do coordenador técnico da entidade Vinicius Rufino e demais representantes do SETUT.

    Em seu pronunciamento, o vice-presidente do SETUT, Marcelino Lopes, expôs o panorama do cenário do sistema de transporte público de Teresina e informou a decisão definida entre os empresários para aceitar a proposta da gestão municipal.

    “O SETUT irá aceitar a proposta financeira feita pela Prefeitura de Teresina, mesmo sendo muito aquém das expectativas e necessidades das empresas operadoras. A proposta financeira da gestão é para iniciar o pagamento da dívida atual de R$ 22 milhões. Esse gesto de aceitar o reparcelamento de uma dívida já negociada, demonstra de forma clara a intenção das empresas em contribuir, com esse esforço colossal, para que os serviços de transportes voltem a servir aos teresinenses”, disse.

    Segundo Marcelino, por contrato a prefeitura deveria pagar a diferença entre a tarifa técnica (quanto custa para operar o sistema) e a tarifa pública, aquela que o usuário efetivamente paga. Por este cálculo, a dívida acumulada com as empresas alcançou R$ 20 milhões, que deveriam ser pagos em 10 parcelas de R$ 1 milhão, aproximadamente.

    “Para quitar esta dívida com os trabalhadores será necessário recorrer ao sistema bancário, uma vez que o valor total é de R$ 2 milhões. Como a prefeitura nos repassará R$ 1,6 milhão, teremos de completar com mais R$ 400 mil”, informou.

    Além da decisão tomada pelo Sindicato das empresas, também foram esclarecidas dúvidas referentes à greve dos motoristas e cobradores, legalidade dos contratos, obrigatoriedade da Prefeitura subsidiar o sistema, venda e recursos sobre o vale-transporte e cálculo das tarifas.

    Com informações da Ascom

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