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Política

“Ser governador do Piauí é uma missão”, diz Ciro Nogueira em lançamento de pré-candidatura ao governo

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"Ser governador do Piauí é uma missão", diz Ciro Nogueira em lançamento de pré-candidatura ao governo

O senador Ciro Nogueira, presidente nacional do Progressistas, esteve reunido nesta segunda-feira (26) com várias lideranças estaduais e municipais para lançar a sua pré-candidatura ao Governo do Estado nas eleições de 2022 deste grupo. O senador admitiu que o seu nome é, no momento, o mais forte para enfrentar o candidato governista no pleito.

“Eu acredito neste estado e a cada dia que passo eu vejo as potencialidades, mas fico frustrado de nós não estarmos desenvolvendo esse estado como nós gostaríamos. O que nos falta é compromisso político. Nossos sonhos foram suspensos, mas vamos retomar esses sonhos no próximo ano. Aqueles que têm dúvidas se irei ser candidato, eu digo: primeiro o Piauí e em segundo, Piauí, terceiro, Piauí. Sempre o Piauí”, frisa.

De acordo com o senador, o momento não é para fazer política por conta da pandemia, mas é de darmos esperanças.

“Eu não estou aqui para lançar candidatura, mas para dar esperança nesse momento de tanta dificuldade, de tanto sofrimento. Quem não perdeu um amigo, um familiar? Eu perdi amigos nesse momento de grande dificuldade que nós estamos passando. O momento é de levar saúde, conforto e de imunizarmos a população. Mas, por outro lado, é o momento de darmos esperança e fazer algo diferente e fazer um projeto político que não coloque justamente os políticos em detrimento da população como está sendo visto atualmente pela população”, critica.

O senador Ciro Nogueira afirmou que não está ao lado do governador Wellington Dias porque não foram feitas as transformações que o estado precisa.

“Muitas pessoas me questionam porque não estou ao lado do governador Wellington Dias, pois durante a campanha eu falei para Wellington Dias que nós iríamos ter uma grande vitória e não precisaríamos fazer concessões. Era a oportunidade de nós fazermos as transformações que o estado precisa. Mas, logo após as eleições, nós do Progressista, entregamos um documento pedindo o enxugamento da nossa máquina administrativa e se priorizasse o cidadão. O governo que sai convocando suplentes no meio de uma pandemia, acomodando aliados. É fazendo política a todo momento”, explica.

De acordo com o senador, o Piauí vai passar por uma mudança significativa no próximo ano na forma de gerir o estado.

“A minha mensagem para estado é de esperança. Eu não estou preocupado com quem vai estar comigo no próximo ano porque nós vamos fazer uma mudança diferente. Se eu vou vim pra governar, se é o João Vicente ou outra pessoa. Mas tem que está acima de tudo um projeto político que realize uma mudança significativa nesse estado. A cada semana, nós vamos levantar um tema em nosso estado. Uma equipe de pessoa que não venha só pra criticar. Mas que venha para sugerir. Eu não torço contra a atual gestão. Eu votei no atual governador e que quero que ele realize mudanças. O que eu puder fazer, eu faço por esse estado. Eu quero o desenvolvimento desse estado”, pontua.

O senador confirmou quer ser governador do Piauí é uma missão.

“Ser governador pra mim neste estado não é obsessão, mas, sim, uma missão para transformar a vida do piauiense. Essa é a minha diferença do povo que está do lado do governador, que pensam em fabricar candidatos e enganar a população e ter um projeto que coloque o principal fator de desenvolvimento do estado do Piauí, que é o povo”, finaliza.

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