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Política

Secretaria de Segurança lança aplicativo “Protege Celular”

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A Secretaria Estadual da Segurança Pública lançou nesta segunda-feira (10), na sede da Agência de Tecnologia da Informação, o aplicativo “Protege Celular”, desenvolvido para combater o roubo, o furto e a prática de comercialização de aparelhos celulares com restrição.

Com registro de mais de 10 mil celulares furtados por ano, a Secretsria de Segurança do Piauí sentiu a necessidade de investir nesta nova ferramenta para baixar os índices de criminalidade nesta área.

O secretário de Segurança, Fábio Abreu, destaca que o aplicativo “Protege Celular” surgiu de uma inspiração ao aplicativo que existe em Pernambuco com o nome de “Alerta Celular” e foi adequado, pela ATI.

“Nos trouxemos essa ideia e aperfeiçoamos o aplicativo para as necessidades do nosso estado, o dono do celular precisa cadastrar o IMEI do aparelho no aplicativo para que a polícia e a população tenha conhecimento caso o seu aparelho passe a ter restrição em caso de furto ou roubo.”

O aplicativo “Protege Celular” já está disponível para o sistema android e em breve ficará disponível para os sistema ios. “Qualquer pessoa pode saber qual o IMEI do seu celular digitando o código – *#06# – no teclado disponível para ligações e irá aparecer uma sequência de números e um código de barras para que o cadastro possa ser feito ao sistema do aplicativo “Protege Celular””, explicou Antônio Torres, diretor geral da ATI.

Segundo o secretário de segurança, Fábio Abreu, a população terá acesso a código de barra que identifica o aparelho de forma única, em caso de furto ou roubo, a vítima poderá incluir imediatamente o seu telefone na lista de aparelho com restrição.

“Basta acessar o Protege Celular de outro aparelho, vamos pedir para que a população não esqueça de registrar um boletim de ocorrência e acrescente os dados do BO em até 72 horas. Com isso, a Polícia poderá recuperar e a vítima saberá em qual distrito deve resgatar seu aparelho roubado”, disse Fábio Abreu.

Política

Senado aprova uso de verbas de saúde por estados e municípios

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O Senado aprovou hoje (13) o Projeto de Lei Complementar (PLP) 10/2021, que estende até o fim deste ano a autorização concedida a estados, Distrito Federal e municípios para utilizar, em serviços de saúde, verbas remanescentes de anos anteriores dos fundos de saúde. Essas verbas devem ter sido repassadas pelo Ministério da Saúde. A matéria ainda precisa de sanção presidencial para ter validade.

Esse projeto altera a Lei Complementar 172, de 2020, que permitiu que cerca de R$ 6 bilhões ociosos ao final de 2019 nas contas dos fundos de saúde de estados, Distrito Federal e municípios fossem alocados em ações de enfrentamento da pandemia em 2020.

Para o relator da matéria, Esperidião Amin (PP-SC), o projeto é generoso, tendo em vista que os gestores de saúde e assistência social terão mais liberdade para aplicar os recursos “que não foram poucos e que remanesceram”. 

“Isso mostra que 2020 não foi um ano com recursos escassos para saúde e assistência social. Tomara que neste ano possamos ter esse atendimento prioritário para salvar vidas”, disse o senador.

Fonte: Agência Brasil

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Política

Wellington Dias propõe parcerias em defesa do clima ao presidente dos EUA

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O governador do Piauí e presidente do Consórcio Nordeste, Wellington Dias, e outros governadores do Brasil encaminharam uma carta ao presidente dos Estados Unidos, Joe Biden. Na carta os governadores manifestam compromisso para trabalhar em sintonia com o Acordo de Paris e em favor das questões ambientais.

“São governadores de diferentes partidos que apontam uma necessidade de termos uma posição clara em ralação à nossa responsabilidade com a vida, com a biodiversidade e, inclusive, para evitar novas pandemias. Queremos a garantia de proteção das florestas nativas e do cumprimento do Código Florestal”, disse o governador Wellington Dias.

O governador Wellington Dias defende o aumento da produtividade ao invés de mais desmatamento, o cuidado com populações indígenas. Ele fala ainda sobre a necessidade da criação de alternativas de renda que não seja o desmatamento. “Nosso compromisso é com o momento atual e também com as futuras gerações”, disse.

Na carta, os governadores manifestam interesse no desenvolvimento de parcerias, com o objetivo de impulsionar a regeneração ambiental, o equilíbrio climático, a redução de desigualdades, o desenvolvimento de cadeias econômicas verdes nas Américas e a criação de um novo modelo civilizatório saudável e resiliente a pandemias.

No documento, há a defesa de uma coalização dos Governadores Pelo Clima, uma união ampla, envolvendo progressistas, moderados e conservadores, de situação e de oposição, dos mais diversos partidos que desejam uma construção colaborativa de soluções em defesa da humanidade e de todas as espécies de vida.

Com a decisão de Joe Biden de fortalecer a agenda ambiental internacional e o Acordo de Paris, os governadores do Brasil manifestam a intenção de implementar ações conjuntas, propondo a cooperação entre os Estados Unidos e os governos estaduais brasileiros, responsáveis pela maior parte da Floresta Amazônica.

Fonte: CCOM

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Política

Wellington Dias espera que uso da vacina Sputinik seja aprovado até sexta-feira

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O governador do Piauí e presidente do Consórcio Nordeste, Wellington Dias, disse, nesta segunda-feira (12), que há expectativa de ter uma decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) sobre a importação da vacina Sputinik até a próxima sexta-feira (16). O imunizante foi comprado pelos estados nordestinos em parceria com o Ministério da Saúde. “O próprio Ministério da Saúde também fez uma compra de doses dessa vacina”, afirmou.

Segundo o governador, a Sputinik tem boa eficácia na imunização, é usada por 58 países. “Queremos essa decisão com base na Lei 124 de 2021, em que o Congresso Nacional determina que vacina já aprovada por agência reguladora de outro país possa ser utilizada em nosso país”, explica Wellington.

Para ele, o Brasil precisa de vacinas. “Esperamos a decisão da Anvisa em primeiro lugar e, em caso de não aprovação, iremos recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF)”, afirmou Wellington Dias.

Fonte: CCOM

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