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Economia

Pesquisa da Fecomercio aponta melhoria na confiança do empresário para o 2º semestre

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Pesquisa da Fecomercio aponta melhoria na confiança do empresário para o 2º semestre

A Fecomércio-Pi realizou pesquisa sobre o índice de Confiança dos Empresários do Comércio de Teresina ( ICEC ). De acordo com a Fecomercio, pesquisa tem por objetivo medir com precisão a percepção que os Comerciantes têm sobre o Nível , atual e futuro, da Propensão a Investir em Curto e Médio Prazo.

A Fecomercio-Pi afirma que a pesquisa é uma ferramenta poderosa para o varejo, para os fabricantes e para as Instituições Financeiras. O Levantamento atinge 135 Empresas do Comércio de Bens e Serviços. Foi realizada pela CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo) em parceria com a FECOMERCIO-PI através do Instituto FECOMERCIO de Pesquisa e Desenvolvimento –IFPD-PI.

A Pesquisa é dividida em três partes: As Condições Atuais e Futuras da Economia Brasileira; O Setor Comércio e Serviços e as Empresas. E sobre os Investimentos.

O resultado é revelado em pontos. Acima de 100 encontra-se a situação de otimismo e abaixo deste valor diz respeito a pessimismo. O índice 100 é a fronteira entre a avaliação de satisfação e insatisfação dos Empresários, também chamado de índice de indiferença.

O ICEC de Abril de 2021 ficou em 105,4 pontos, apresentando uma redução de 13,4% na comparação com o mês anterior e -17,91 relativo ao mesmo mês do ano passado.

Na avaliação nas Condições Atuais 70,6% dos Entrevistados relataram que a Economia Brasileira piorou em Abril de 2021 com pessimismo de 58,0 pontos; também relataram que a Economia piorou os Empresários das atividades de roupas e calçados com 83,4%, os Empresários dos micro, pequenos e médios empresários com 71,1% e os Empresários do ramo de roupas e calçados com 83,4% Para os Empresários que empregam mais de 10 pessoas 54,6% disseram que a Economia melhorou.

Com 75,5 pontos atingindo a faixa de pessimismo o SETOR COMÉRCIO também piorou para os micro, pequenos e médios Empresários, com 57,9% e para os Empresários do ramo de Calçados e roupas com 87,9%. Paradoxalmente, 90,% dos Empresários de Grande porte e os Comerciantes da Atividade que vendem produtos duráveis relataram que o setor Comércio melhorou.

Expectativas para os próximos seis meses
Os Comerciantes de Teresina relataram que nos próximos 6 meses as expectativas de melhora de otimismo para o ICEC são muito boas. A economia brasileira foi avaliada em 136,5 pontos e com esperança de 77,4% de melhora; o setor Comércio atingiu 148,5 pontos e 85,2% disseram que o Comércio melhorará no segundo semestre. A Empresa alcançou 149,5 pontos. Isso mostra que os Empresários estão na esperança que muita coisa vai mudar porque acreditam que a população vai estar toda vacinada contra coronavirus, e com isso a Economia sairá da crise.

Investimentos
Nos Investimento analisados na Pesquisa constam as Expectativas de Contratações de Empregados que obteve o Índice de Confiança de 118,8 pontos em abril, com um recuo de 1,25% relativo ao mesmo mês do ano anterior. Neste cenário 68,8% dos entrevistados têm intenção de aumentar o quadro de funcionários nos próximos meses. A tendência de reduzir o número de empregados ficou em apenas 27,0% dos entrevistados.

O índice de investimento que ficou abaixo dos 100 pontos, nesta pesquisa foi o que mede a situação dos estoques, que atingiu 85,8 pontos. Esse pessimismo foi puxado pelos segmentos de bens não duráveis, que alcançou apenas 98,0 pontos; Semi duráveis (79,7 pontos) e duráveis com 78,7 pontos.

Também pelo levantamento por grupos de atividades o segmento de bens semi duráveis tipo vestuário e o de bens duráveis ( geladeira, TV, automóveis e outros ) estão com volume acima do adequado para o mês de abril de 2021, com 35,9% e 30,6% respectivamente. Estes percentuais são considerados altos, significando índice baixo de vendas no mês. Apesar destas mercadorias não serem fáceis de se estragar, mas as Empresas precisam vender para pagar com facilidade os seus encargos.

Nonato Paz é assessor econômico da FECOMERCIO e do Instituto FECOMERCIO de Pesquisa e Desenvolvimento – IFPD – PI.

Fonte: Ascom

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