Qual a razão de falar sobre este tema se ninguém liga pra isso? É muito importante. A castidade e o celibato valem a pena e servem de proteção. Por muitos anos, influenciado pelos teólogos da teologia da libertação e formadores de seminários; chegamos a imaginar que isso não era importante. Ainda bem que continuamos em busca da santidade e a castidade e o celibato neste sentido são de fato importante. E qual a importância pro mundo? Nenhuma. E pra Igreja? Essencial. Padres e Bispos devem SIM ser castos e celibatários. E porque muitos não? Isso é com eles e Deus no que diz respeito à suas consciências. Muitos deles nem mesmo acreditam em Deus? O diabo é que duvida. Muito cuidado!

O que significa mesmo o Celibato? É o estado em que determinada pessoa se compromete em não se casar ou manter relações sexuais com outra. Por norma, o celibato é uma prática comum entre alguns religiosos, que abdicam os “prazeres mundanos” para se dedicar exclusivamente a servir a Deus. O celibato pode ser uma opção de vida adotada por homens ou mulheres, sendo que estes abdicam totalmente ao matrimônio ou outros relacionamentos amorosos. Como dito, esta costuma ser uma condição comum em meios religiosos, principalmente entre aqueles que resolvem seguir uma carreira religiosa, como Padres e Bispos. Outra razão da importância do celibato é a proteção à própria vida. Conhece a série Goliath? É uma série de televisão americana de streaming de drama jurídico da Amazon Studios. O arcabouço social é projetado perigosamente e costuma atingir os mais próximos. O celibato também é uma garantia de existência, liberdade de expressão. É VIDA!

Com o jesuíta Papa Francisco a tendência será uma escolha opcional tipo quem quiser casar se casará e o Padre ou Bispo que desejar ficar solteiro ficará? Certo mesmo é a projeção que teólogos simpáticos aos jesuítas expressam em suas revistas: “Em geral, o direito canônico atribui ao celibato uma função importante, mas não irrenunciável. Uma escolha voluntária apreciável, porque se casar é uma escolha equivalente à de não se casar. Cada um pode escolher livremente se e quando deve ser “continente”. No entanto, obrigar a não contrair matrimônio é uma riqueza da qual – se se quiser – também é possível se livrar.” A opinião é do advogado italiano Pierluigi Consorti, professor da Universidade de Pisa e especializado em direito eclesiástico. É a próxima jogada papal?

Certo mesmo é enfatizar a temática? A defesa da importância do celibato e da castidade é justa. Qual a razão das outras Igrejas não crescerem? Depois da conquista de mais de 300 membros a tendência dos “pastores casados” é acomodar-se e viver bem com a sua própria família. Padres e Bispos castos são dedicados, concentram suas energias no bem paroquial e podem realmente estarem dedicados integralmente!

Por Josenildo Melo

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