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Economia

Leilão de privatização do Aeroporto de Teresina é marcado para 7 de abril, diz Anac

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A Agência Nacional da Aviação Civil (ANAC) anunciou na segunda-feira (11) que o leilão de privatização do aeroporto Petrônio Portella, em Teresina, ocorrerá no dia 7 de abril.

O processo de concessão para a iniciativa privada já foi aprovado no Tribunal de Contas da União (TCU). O governo Bolsonaro vai privatizar 22 aeroportos no País.

A agência dividiu o leilão em blocos. O aeroporto de Teresina ficou no bloco Central, que inclui os aeroportos de São Luís/MA, Teresina/PI, Palmas/TO, Goiânia/Góias, Petrolina/PE e Imperatriz/MA.

A empresa vencedora vai administrar os seis aeroportos e terá como lance mínimo de R$ 8,1 milhões.

Pesquisa da Infraero, mesmo em ano atípico com pandemia, o aeroporto de Teresina teve aumento 24,6% no fluxo de pessoas com mais de 53 mil passageiros embarcados e desembarcados.

Os documentos jurídicos aprovados pela agência reguladora tratam do leilão e das minutas de contrato de licitação dos aeroportos de Curitiba, Foz do Iguaçu, Londrina e Bacacheri, no Paraná; Navegantes e Joinville, em Santa Catarina; Pelotas, Uruguaiana e Bagé, no Rio Grande do Sul, que formam o Bloco Sul. Os aeroportos de Goiânia, em Goiás, São Luís e Imperatriz, no Maranhão; Teresina, no Piauí; Palmas, no Tocantins; e Petrolina, em Pernambuco, formam o Bloco Central. No Bloco Norte, estão os aeroportos de Manaus, Tabatinga e Tefé, no Amazonas; Porto Velho, em Rondônia; Rio Branco e Cruzeiro do Sul, no Acre; e Boa Vista, em Roraima.

De acordo com a Anac, os 22 aeroportos respondem, juntos, por 11% do tráfego total de passageiros no país. Atualmente, 67% de todo o tráfego nacional estão sob administração da iniciativa privada.

O Bloco Norte ficou definido em R$ 47.865.091,02; o Bloco Sul, em R$ 130.203.558,76, e o Bloco Central, em R$ 8.146.055,39. Tal valor é pago imediatamente após o leilão, acrescido do ágio ofertado pela licitante.

O valor dos contratos contempla a receita estimada de toda a concessão, totalizando R$ 14,5 bilhões para os três blocos, sendo R$ 3,6 bilhões para o Bloco Norte; R$ 7,4 bilhões para o Bloco Sul e R$ 3,5 bilhões para o Bloco Central. O investimento total previsto para a sexta rodada é de R$ 6,1 bilhões.

Da Redação
Com informações da Anac

Economia

Caixa Econômica: inscrições abertas para seletivo de estágio remunerado

Inscrição vão até o dia 16 de março pelo site do CIEE

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Estágio na Caixa Econômica

A Caixa Econômica abriu as inscrições para o seletivo de estágio remunerado em todos os níveis de escolaridade. As vagas são para todo o país. Os estudantes podem fazer as inscrições pelo site do Centro de Integração Empresa-Escola (Ciee) até o dia 16 de março.

Podem se candidatar para uma das vagas de estágio remunerado na Caixa Econômica estudantes do Ensino Médio regular e da Educação de Jovens e Adultos (EJA), do ensino técnico e de nível superior, dos cursos de arquitetura e urbanismo, direito e engenharias.

Para conseguir uma das vagas, os estudantes, além da inscrição, terão que participar do processo seletivo realizado através da prova online e entrevista.

Para estudantes do ensino médio ou técnico a Bolsa Auxílio oferecida pela Caixa Econômica varia entre R$ 400 e R$ 500 mensais e depende da jornada semanal do estágio.

O valor da Bolsa Auxílio da Caixa Econômica para vagas de estágios a serem preenchidas por esstudantes universitários é de R$ 1.000,00 por mês. Além do valor da bolsa, todos os estudantes ainda recebem o auxílio-transporte no valor R$ 130 por mês. 

Nível EscolarRemuneração
Ensino MédioR$ 400 a 500,00 + R$ 130 de Auxílio Transporte
Educação de Jovens e Adultos (EJA)R$ 400 a 500,00 + R$ 130 de Auxílio Transporte
Ensino TécnicoR$ 400 a 500,00 + R$ 130 de Auxílio Transporte
Ensino SuperiorR$ 1.000,00 + R$ 130 de Auxílio Transporte
DireitoR$ 1.000,00 + R$ 130 de Auxílio Transporte
EngenhariasR$ 1.000,00 + R$ 130 de Auxílio Transporte
Arquitetura e UrbanismoR$ 1.000,00 + R$ 130 de Auxílio Transporte

Os candidatos devem consultar o edital para se certificarem de que atendem a todos os requisitos necessários ao programa de estágio da Caixa Econômica.

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Economia

Varejo fechou mais de 75 mil lojas em 2020, diz CNC

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Levantamento da Confederação Nacional do Comércio Nacional de Bens, Serviços e Turismo (CNC) aponta que mais de 75 mil lojas fecharam as portas no Brasil no primeiro ano da pandemia de covid-19. O dado indica o saldo entre abertura e fechamento de estabelecimentos com vínculos empregatícios do comércio varejista brasileiro. A retração em 2020 é a maior desde 2016 (-105,3 mil), quando o setor ainda sofria os efeitos da maior recessão da história recente do País.

Diante deste cenário, o presidente da CNC, José Roberto Tadros, lembra que a queda das vendas no varejo, no ano passado (-1,5%), no entanto, foi menor do que a esperada para um momento tão crítico. “As perdas do setor varejista foram sentidas logo em março, mas, a partir de maio, foi possível começar a reverter a situação, graças à rápida reação do mercado. Contribuíram fatores como o fortalecimento do comércio eletrônico e o benefício do auxílio emergencial, permitindo que o brasileiro pudesse manter algum nível de consumo. O desafio será ver o comportamento deste ano, com o programa de imunização ainda em andamento”, avalia Tadros.

O nível de ocupação no setor também foi impactado pela crise: ao longo do último ano, 25,7 mil vagas formais foram perdidas. Trata-se da primeira queda anual desde 2016 (-176,1 mil). Embora negativo, o saldo de 2020 não reverteu completamente a quantidade de vagas geradas nos três anos anteriores.

Ramo de vestuários foi o mais afetado
O ramo que mais perdeu unidades foi o de vestuário, calçados e acessórios (-22,29 mil unidades). Na sequência, aparecem hiper, super e minimercados (-14,38 mil) e lojas de utilidades domésticas e eletroeletrônicos (-13,31 mil).

Para Fabio Bentes, economista da CNC responsável pelo estudo, as pesquisas recentes têm mostrado que, mesmo com o avanço do e-commerce, ainda há uma grande dependência do consumo presencial no setor:

“As incertezas em relação à retomada do ritmo econômico, sobretudo diante da necessidade de isolamento da população, vão influenciar fortemente as projeções para 2021”.

CNC projeta três cenários
O cenário incerto fez a CNC fazer três projeções distintas para o comércio neste ano, associando o nível de isolamento social da população à evolução das vendas no varejo ampliado e à recuperação do saldo de lojas.

No cenário básico, a Confederação prevê a redução de cinco pontos percentuais no índice de isolamento social da população até o fim de 2021, em relação a dezembro de 2019. Neste caso, as vendas avançariam 5,9%, em comparação com 2020, e o setor seria capaz de reabrir 16,7 mil novos pontos de venda este ano.

Em um cenário alternativo mais otimista, no qual o isolamento social retornaria aos níveis pré-pandemia (30% da população), o volume de vendas cresceria 8,7% e 29,8 mil estabelecimentos com vínculos empregatícios seriam abertos ao longo do ano.

Por fim, em quadro mais pessimista, no qual o confinamento da população se mantivesse ligeiramente abaixo (3 pontos percentuais) do patamar observado em dezembro do ano passado, o saldo entre abertura e fechamento de lojas fecharia o ano em +9,1 mil unidades.

José Roberto Tadros, presidente da CNC

Confira a análise completa da Divisão Econômica da CNC.

Com informações da Ascom

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Economia

Preços de produtos industrializados sobem 3,36% em janeiro

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O Índice de Preços ao Produtor (IPP), que mede a variação de preços de produtos industrializados na saída das fábricas, registrou inflação de 3,36% em janeiro. A taxa é superior aos índices de dezembro (0,39%) e janeiro de 2020 (0,35%).

Segundo dados divulgados nesta terça-feira (2), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPP acumula inflação de 22,96% em 12 meses.

Em janeiro, 24 atividades industriais tiveram alta de preços em seus produtos. Em dezembro, esse número era de 17. Os principais destaques entre os segmentos são indústrias extrativas (10,70%), metalurgia (6,10%) e refino de petróleo e produtos de álcool (5,30%).

As quatro grandes categorias de uso também apresentaram inflação, com destaque para os bens intermediários, isto é, os insumos industrializados usados no setor produtivo (4,91%), e os bens de capital, isto é, as máquinas e equipamentos usados no setor produtivo (3,63%).

Os bens de consumo duráveis tiveram alta de preços de 2,14%, enquanto os bens de consumo semi e não duráveis apresentaram inflação de 0,73% no mês.

Fonte: Agência Brasil

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