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    Justiça absolve o ex-vereador Djalma Filho pela morte de Donizetti Adalto

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    Justiça absolve o ex-vereador Djalma Filho pela morte de Donizetti Adalto

    A 1ª Vara do Tribunal Popular do Júri de Teresina absolveu nesta quarta-feira (27) o ex-vereador Djalma Filho da acusação de ter sido o mandante do assassinato do jornalista Donizetti Adalto, crime ocorrido em 1998, na capital piauiense. O Conselho de Sentença decidiu absolvê-lo por quatro votos a um, inclusive no quesito principal que trata da autoria e participação.

    O julgamento se estendeu por todo o dia, encerrando por volta das 21h, em sessão presidida pelo juiz Antônio Reis de Jesus Nollêto.

    Em seu depoimento, Djalma negou a acusação do crime. Ao ser questionado sobre quem poderia ser o autor, ele destacou que não teria como atribuir a quem quer que fosse, a não ser os nomes já vinculados ao processo. Em relação às provas dos autos, Djalma Filho frisou não há provas e as que estão sendo apuradas ‘resvalam da verdade’.

    “O peso dessa acusação na conta de todo mundo é de 23 anos, sabe como é, eu conto excelência? Eu conto em dias, são 8.621 dias e noites que eu respondo por uma acusação injusta e improcedente, todas essas noites e dias eu não posso ter o remorso da culpa que eu não tenho, eu tenho o contrário, o peso da acusação por fatos que eu não fiz”, afirmou ao juiz Antônio Nollêto.

    Djalma Filho afirmou que nunca trocou de telefone e que continua com sua missão de educador.

    “Eu nunca troquei o meu telefone, ele é o mesmo. Eu não tenho o que esconder, nunca saí da cidade, continuei na minha missão de educador, eu gosto de ser professor, talvez eu goste mais de ser professor do que advogado”, declarou Djalma.

    Relembre o caso
    De acordo com informações do Ministério Público, Donizetti Adalto foi morto numa emboscada, impossibilitando a sua defesa, onde foram desferidos vários tiros a queima roupa e, ainda agonizando, foi torturado, o que lhe causou traumatismo nas unidades dentárias.

    O ex-vereador foi pronunciado por homicídio triplamente qualificado: motivo fútil, meio cruel e a emboscada. O crime é considerado hediondo.

    Da Redação

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