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Enfermeira de SP recebe a primeira vacina contra a Covid no Brasil

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A primeira aplicação no Brasil da vacina contra a Covid-19, fora dos ensaios clínicos, foi feita às 15h30 deste domingo (17) no Centro de Convenções do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, na capital paulista, dando início a uma nova fase da pandemia no país: o começo do fim.

A aplicação aconteceu minutos depois de a Coronavac, vacina do laboratório Sinovac produzida no Brasil em parceria com o Instituto Butantan, ter seu uso emergencial aprovado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). A expectativa é que o imunizante reduza significativamente a incidência de casos graves da doença, diminuindo a lotação dos sistema de saúde, e transformando a Covid, enfim, em uma “gripezinha”.

A primeira pessoa a ser imunizada foi a enfermeira Monica Calazans, 54, que trabalha na UTI do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, em São Paulo. Com obesidade, hipertensão e diabetes, ela faz parte do grupo de risco. Calazans foi vacinado pela enfermeira Jéssica Pires de Camargo, 30. A aplicação da vacina ocorreu em caráter simbólico, ao lado do governador João Doria, fiador da Coronavac no país.

“Como pai de família, como alguém ao lado de tantos brasileiros que lutam pela vida, que lutam contra o negacionismo, que lutam pela proteção dos brasileiros, hoje é o Dia V da vida, da vacina, dos brasileiros”, disse o governador logo antes da aplicação.

“Este é um momento histórico para o Brasil. E aqui no hospital das clínicas em São Paulo, referência para o país, referência internacional, é aqui que nós iniciamos imediatamente a vacinação dos brasileiros”, disse.

Assim, Doria garantiu sua presença na fotografia do evento, e tem no imunizante sua principal arma política para concorrer à Presidência do Brasil em 2022.

Fonte: Folhapress

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Covid-19: Sesapi volta registrar mais de 1000 casos positivos e 22 mortes em 24h

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Nas últimas 24 horas foram registrados, no Piauí, 1232 casos confirmados e 22 óbitos pela Covid-19, segundo os dados divulgados pela Secretaria de Estado da Saúde, na noite desta sexta-feira (5).

Dos 1232 casos confirmados da doença, 679 são mulheres e 553 são homens, com idades que variam de um a 99 anos.

Doze mulheres e dez homens não resistiram a Covid-19. Elas eram de Aroazes (94 anos), Campo Maior (86 e 88 anos), Cocal de Telha (76 anos), Cristino Castro (65 anos), Marcolândia (60 anos), Oeiras (77 anos), Parnaíba (78 anos), Piracuruca (68 e 75 anos) e Teresina (43 e 100 anos). Já os homens eram naturais de Oeiras (94 anos), Parnaíba (78 anos), Pedro II (75 anos), Piracuruca ( 79 e 88 anos) e Teresina (56, 79, 80, 81 e 83 anos).

Os casos confirmados no estado somam 178.539 distribuídos em todos os municípios piauienses. Já os óbitos pelo novo coronavírus chegam a 3.447 e foram registrados em 212 municípios. Até agora, morreram 2.020 homens e 1.427 mulheres.

Dos leitos existentes na rede de saúde do Piauí para atendimento à Covid-19, há 811 ocupados, sendo 444 leitos clínicos, 296 UTIs e 71 em leitos de estabilização. As altas acumuladas somam 10.218 até o dia cinco de março de 2021.

A Sesapi estima que 174.281 pessoas já estão recuperadas ou seguem em acompanhamento (casos registradas nos últimos 14 dias) que não necessitaram de internação ou evoluíram para morte.

Campanha de vacinação
Até o momento, o vacinômetro, ferramenta para acompanhar a evolução da campanha de vacinação contra a Covid-19 no Piauí, aponta que 89.488 pessoas já receberam a primeira dose de vacina no estado e 25.356 a segunda dose.

Os dados são atualizados a cada 15 minutos a partir da inserção de registros no sistema de informação da campanha pelos estabelecimentos de saúde. 

O Painel de Monitoramento da Vacinação contra a Covid-19 pode ser acessado através do site www.saude.pi.gov.br.


Da Redação

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Operação prende acusados de roubar a almoxarifado da Equatorial

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A Polícia Civil e a Força Tarefa da SSP deflagram nesta sexta-feira (5) a Operação Luz, que deu cumprimento a mandatos de prisão contra cinco acusados de participarem do assalto ao almoxarifado da empresa Equatorial Piauí, em abril de 2020.

Segundo o delegado Willame Moraes, coordenador da Dicap, os cinco estavam respondendo o processo em liberdade.

“O PM está foragido e dois já respondiam por outros crimes e estavam no sistema prisional”, diz

O delegado relata que, no dia do crime, os dois policiais militares estavam fardados e deram a cobertura para facilitar a entrada dos demais suspeitos de participação no crime.

“Roubaram coletes e vários equipamentos. Na época, o Greco (Grupo de Repressão ao Crime Organizado), responsável pela investigação, conseguiu identificar e prender todos. Depois, alguns foram colocados em liberdade. Um dos policiais foi assassinado, o Rafael. O processo continuou. Agora, com o recebimento da denúncia, o juiz confirmou todos os mandados de prisão preventiva, expediu e solicitou à Dicap o cumprimento”.

Da Redação

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SETUT aceita proposta da Prefeitura de Teresina e decide parcelar de dívidas de R$ 22 milhões

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O Sindicato das Empresas Transporte Urbano de Teresina (SETUT) informou nesta sexta-feira (5), em reunião, online aceitar a proposta da Prefeitura de Teresina em parcelar a dívida de 22 milhões em 20 vezes, acumulada até setembro de 2020. A coletiva contou com a participação da assessora técnica da diretoria, Myrian Aguiar, do coordenador técnico da entidade Vinicius Rufino e demais representantes do SETUT.

Em seu pronunciamento, o vice-presidente do SETUT, Marcelino Lopes, expôs o panorama do cenário do sistema de transporte público de Teresina e informou a decisão definida entre os empresários para aceitar a proposta da gestão municipal.

“O SETUT irá aceitar a proposta financeira feita pela Prefeitura de Teresina, mesmo sendo muito aquém das expectativas e necessidades das empresas operadoras. A proposta financeira da gestão é para iniciar o pagamento da dívida atual de R$ 22 milhões. Esse gesto de aceitar o reparcelamento de uma dívida já negociada, demonstra de forma clara a intenção das empresas em contribuir, com esse esforço colossal, para que os serviços de transportes voltem a servir aos teresinenses”, disse.

Segundo Marcelino, por contrato a prefeitura deveria pagar a diferença entre a tarifa técnica (quanto custa para operar o sistema) e a tarifa pública, aquela que o usuário efetivamente paga. Por este cálculo, a dívida acumulada com as empresas alcançou R$ 20 milhões, que deveriam ser pagos em 10 parcelas de R$ 1 milhão, aproximadamente.

“Para quitar esta dívida com os trabalhadores será necessário recorrer ao sistema bancário, uma vez que o valor total é de R$ 2 milhões. Como a prefeitura nos repassará R$ 1,6 milhão, teremos de completar com mais R$ 400 mil”, informou.

Além da decisão tomada pelo Sindicato das empresas, também foram esclarecidas dúvidas referentes à greve dos motoristas e cobradores, legalidade dos contratos, obrigatoriedade da Prefeitura subsidiar o sistema, venda e recursos sobre o vale-transporte e cálculo das tarifas.

Com informações da Ascom

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