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Dr. Pessoa exonera diretoras do SAMU, Hospital do Monte Castelo e mais 6 na fase mais grave da Covid-19

Prefeito de Teresina faz trocas no comando de hospitais em momento crítico da pandemia.

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Dr pessoa exonera diretora do SAMU e outros 7 da FMS
Dr. Pessoa exonera diretoras do SAMU, Hospital do Monte Castelo e mais 6 na fase mais grave da Covid-19

O prefeito de Teresina, numa única canetada, exonerou na última quinta-feira (11), oito ocupantes de cargos da Fundação Municipal de Saúde (FMS) entre diretores e chefes de gerência. Os nomes fazem parte da gestão anterior.

Na lista com os exonerados, publicada no Diário Oficial de Teresina ontem (11), constavam os nomes de Francisca Lopes Amorim Neta, diretora do Serviço de Assistência Móvel de Urgência – SAMU, Ana Cleia de Sousa Marques, diretora-geral do Hospital Mariano Castelo Branco, Edna Monteiro Rocha, diretora administrativa do Hospital do Monte Castelo e Mariluce Ferreira de Oliveira, diretora administrativa do Hospital Lineu Araújo.

Dr. Pessoa exonera diretoras do SAMU, Hospital do Monte Castelo e mais 6 na fase mais grave da Covid-19

As exonerações acontecem em meio ao aumento da gravidade da pandemia de Covid-19 em Teresina com o crescimento de notificações de novos casos e quando hospitais da rede pública e particular atingem 100% de ocupação de leitos de UTI.

Apesar de somente publicado no dia 11 de março, o decreto Nº 20.711 tornou com efeito a exoneração da diretora do SAMU a partir do dia 01 do mesmo mês. Já o decreto Nº 20.712 que exonerou os diretores dos hospitais Mariano Castelo Branco, do Monte Castelo e Lineu Araújo, tem efeito a partir da próxima segunda-feira. Na prática, desde o dia 01 Ana Cleia não responde pelo cargo.

No Diário Oficial de Teresina da mesma data não constavam as nomeações dos substitutos.

Covid-19 em Teresina

Nas últimas 24 horas, 12 pessoas morreram vítimas da covid-19 em Teresina. Ontem, hospitais particulares da capital decidiram suspender a realização de cirurgias eletivas diante do número de leitos de UTI ocupados – a taxa chegou a 100%. Quatro dos seis hospitais da rede privada estavam sem leitos disponíveis. Na rede pública, três hospitais estavam com 100% de leitos ocupados, a maioria deles com mais de 85%.

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