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Dom Jacinto Brito divulga ações sociais da ASA e reafirma apoio ao padre Tony Batista

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O arcebispo de Teresina, Dom Jacinto Brito, emitiu nota nesta quinta-feira (11) afirmando que ASA – Ação Social Arquidiocesana – realiza um trabalho social na capital piauiense há 64 anos de forma proba, ética e íntegra na promoção do ser humano, especialmente  aos mais necessitados.

De acordo com dom Jacinto Brito, várias instituições recebem o apoio da ASA, como a o Lar de Misericórdia – casa de acolhimento a pacientes com câncer que vêm a Teresina em busca de tratamento; Centro Maria Imaculada, referência no atendimento a pacientes com hanseníase, em sua integralidade; Lar de Santana, casa de acolhimento a idosos; Casa de Zabelê – um dos mais belos projetos realizados em defesa e promoção de crianças em situação de vulnerabilidade; Lar da Fraternidade, até o ano passado abrigando pacientes com o vírus HIV e recentemente cedido à Prefeitura para receber pacientes idosos com Covid-19; Projeto Levanta-te, Vem para o Meio, responsável pela qualificação de pessoas com deficiência e sua inserção no mercado de trabalho.

Dom Jacinto afirma que  o ataque ao Vigário Geral, Pe. Tony Batista, como por mim delegado na coordenação a ASA é um ataque a Arquidiocese de Teresina, a Igreja Católica, sendo que reafirma o apoio e o voto de confiança e irrestrito apoio a pessoa do Pe. Tony Batista, que no exercício do seu ministério pastoral já marcou esta Arquidiocese com seu testemunho de sacerdote zeloso e excelente administrador.

Confira a nota na íntegra
A ASA – Ação Social Arquidiocesana é uma entidade sem fins lucrativos administrada pela Arquidiocese de Teresina há 64 anos, sempre trabalhando de forma proba, ética e íntegra na promoção do ser humano, especialmente os mais necessitados e vulneráveis.

O Presidente atual da ASA é o presente signatário, Arcebispo metropolitano de Teresina. Na gestão da ASA há uma Comissão Central composta de padres, diáconos e leigos, bem como de um Conselho Fiscal.

Guiada à luz do Evangelho, com o propósito de realizar um serviço social que garanta dignidade às pessoas desassistidas e esquecidas pela sociedade, a ASA vem prestando, ao longo de mais de seis décadas, um trabalho primoroso, conhecido e reconhecido por todas as pessoas de bem, complementando um serviço que é obrigação do poder público, de acordo com a Lei da Organização Social – LOAS.

Em Teresina, são muitos os serviços administrados pela ASA em parceria com a Prefeitura de Teresina. Para os que desconhecem, por desinformação, bastaria citar o Lar de Misericórdia – casa de acolhimento a pacientes com câncer que vêm a Teresina em busca de tratamento; Centro Maria Imaculada, referência no atendimento a pacientes com hanseníase, em sua integralidade; Lar de Santana, casa de acolhimento a idosos; Casa de Zabelê – um dos mais belos projetos realizados em defesa e promoção de crianças em situação de vulnerabilidade; Lar da Fraternidade, até o ano passado abrigando pacientes com o vírus HIV e recentemente cedido à Prefeitura para receber pacientes idosos com Covid-19; Projeto Levanta-te, Vem para o Meio, responsável pela qualificação de pessoas com deficiência e sua inserção no mercado de trabalho.

Informamos que todos os recursos oriundos de repasses municipais são depositados na conta jurídica da ASA – jamais em conta pessoal de qualquer dos seus administradores como foi erroneamente divulgado em redes sociais. Tais recursos são submetidos à prestação de contas rigorosa e auditados pela AUDIPER e pelo Ministério Público, observadas as leis de regência. Nunca, NUNCA, em todo o tempo da sua existência, houve qualquer irregularidade na prestação de contas da ASA, por menor que fosse.

A Arquidiocese de Teresina como toda a Igreja Católica está ciente de que a caridade é parte constitutiva e irrenunciável de sua missão. Já nos Atos dos Apóstolos a coleta pelos pobres de Jerusalém, a partilha de bens entre os irmãos e o cuidado com os vulneráveis (viúvas!), exemplificam essa realidade.

Mas a Igreja Católica só faz caridade com o que tem! Se as nossas casas de atendimento acima descritas não contarem mais com os recursos necessários, oriundos de doações e de parcerias com Entidades, como a Prefeitura Municipal, reduziremos ou encerraremos várias atividades, encaminhando os até então beneficiados para o lugar onde se recebe impostos da população, tanto para a educação, quanto para a saúde.

Ressalto, ainda, que a Arquidiocese de Teresina, da qual sou pastor e administrador age conjuntamente. Cabe ao Arcebispo aprovar e recomendar a execução de obras pastorais e caritativas, em nome da mesma.

O ataque ao Vigário Geral, Pe. Tony Batista, como por mim delegado na coordenação a ASA é um ataque a Arquidiocese de Teresina, a Igreja Católica.

Como não precisamos nos defender declaro que a ASA abre suas portas no Edifício Paulo VI, Av. Frei Serafim, 3200, a quantos desejarem ter acesso às nossas prestações de contas.

Por dever de ofício, cuidado e transparência com os serviços públicos prestados pela ASA, noticiamos, formalmente, ao órgão fiscalizador e competente para zelar pela continuidade das políticas públicas, que é o Ministério Público Estadual, rogando pelas providências devidas.

Registro aqui, em íntima comunhão com os servidores da ASA, o nosso voto de confiança e irrestrito apoio a pessoa do Pe. Tony Batista, que no exercício do seu ministério pastoral já marcou esta Arquidiocese com seu testemunho de sacerdote zeloso e excelente administrador. As marcas da sua dedicação aos mais pobres já são um patrimônio da nossa Igreja em Teresina.

Em tempo, como a SEMCASPI acatou a recomendação do MPPI/MPT, em relação aos projetos cujos termos não serão renovados, terão vigência aditivada por 90 dias para os trâmites de encerramento. Também a SEMCASPI informou ter adotado providências para o cumprimento das obrigações financeiras, inclusive as em atraso.

Orlando Dias
Da Redaçã
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Empresários e trabalhadores de bares protestam contra decreto

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Empresários e trabalhadores de bares e restaurantes fizeram um protesto nesta quarta-feira (3) em frente à Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi) por conta do decreto do governo do estado.

Eduardo Rufino, presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) no Piauí, afirmou que a categoria cobra mais leitos nos hospitais e uma maior fiscalização àqueles que descumprem o decreto, além do não fechamento dos estabelecimentos.

“Queremos mais leitos clínicos, com mais profissionais de saúde e mais bem remunerados, precisamos que eles não nos aterrorizem com esse abre e fecha, que nós temos provas de que isso não funciona, tem um ano fazendo a mesma coisa e não funciona”, declarou Eduardo.

O presidente do Sindicato da Hotelaria e Gastronomia do Piauí, Franklin Batista, questionou o fechamento de leitos de UTI no estado.

“Está constatado que o problema na nossa saúde não é só a disseminação da covid-19, mas também a falta dos hospitais de campanha, a retirada dos 169 leitos de UTI do estado, nossa saúde é que está precisando ser cuidada e não serem fechados os estabelecimentos como bares, restaurantes e similares”, explica.

Da Redação

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Rio Longá sobe e atinge cota de inundação em Esperantina

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A prefeitura da cidade de Esperantina, por meio da Secretaria de Assistência Social, começou a retirada de famílias ribeirinhas, após o nível do rio Longá atingir cerca de 6,74, que é acima da cota de alerta.

De acordo com a Prefeitura de Esperantina, espaços públicos para abrigar as famílias que já foram atingidas nos bairros Batista de Amorim, Pedreiras e Nova Esperança.

O secretário de Assistência Social, Walter Sousa, esteve pessoalmente vistoriando as áreas ribeirinhas e determinando a retirada das famílias mais próximas, porque há previsões de muita chuva nas próximas horas e o risco de mais enchente.

Esperantina, segundo o centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres naturais (CEMADEN), tem risco hidrológico alto.

Com informações da Prefeitura de Esperantina

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PRF apreendeu R$ 17 milhões em drogas no Piauí em 2020

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A Polícia Rodoviária Federal divulgou na manhã desta quarta-feira (3) os números referentes ao cenário de combate à criminalidade durante o ano de 2020. Ao todo, foram 1.498 pessoas presas pelo cometimento de diversos crimes. Com relação ao combate ao tráfico de drogas, Foram 43 pessoas presas por esse crime resultando na apreensão de 436,0kg de maconha, 145,7kg de cocaína e 14,2kg de crack.

Segundo a PRF, o diferencial esse ano foi a qualidade da droga apreendida, principalmente por se tratar, na sua maioria, de cloridrato de cocaína, pasta base e skunk que são drogas de alto teor de pureza. Por ter um alto valor, a PRF deu um prejuízo aos traficantes na ordem de R$ 17.521.704,00.

De acordo com a PRF, foram realizadas a apreensão de 1.929 unidade de anfetaminas, resultado que representa um aumento de 63,8% se comparado ao ano de 2019. A maioria das apreensões ocorreram na posse de condutores de veículos de carga que utilizam esse medicamento para permanecer mais tempo acordado e consequentemente dirigindo. Todas as pessoas flagradas nesse tipo de ocorrência foram autuadas e responderão pelo crime de porte de droga para consumo.

Com relação ao crime de contrabando, a PRF prendeu 13 pessoas pelo cometimento desse tipo criminal e apreendeu 630.100 maços de cigarros, um prejuízo de R$ 3.150.500,00 às organizações criminosas.

No combate aos crimes ambientais, a PRF PI superou em 25,0% a quantidade de madeiras apreendidas em 2019. Foram 2.779,92 m³ de madeira que daria pra construir 1.854 casas populares. Toda a madeira foi apreendida e encaminhada aos órgãos ambientais.

A PRF afirma que realizou a apreensão de 1.929 unidade de anfetaminas, resultado que representa um aumento de 63,8% se comparado ao ano de 2019. A maioria das apreensões ocorreram na posse de condutores de veículos de carga que utilizam esse medicamento para permanecer mais tempo acordado e consequentemente dirigindo. Todas as pessoas flagradas nesse tipo de ocorrência foram autuadas e responderão pelo crime de Porte de Droga Para Consumo.

Com relação ao crime de contrabando, a PRF prendeu 13 pessoas pelo cometimento desse tipo criminal e apreendeu 630.100 maços de cigarros, um prejuízo de R$ 3.150.500,00 às organizações criminosas.

No combate aos crimes ambientais, a PRF PI superou em 25,0% a quantidade de madeiras apreendidas em 2019. Foram 2.779,92 m³ de madeira que daria pra construir 1.854 casas populares. Toda a madeira foi apreendida e encaminhada aos órgãos ambientais.

A instituição registrou também 699 pessoas que foram presas cometendo Crimes de Trânsito. Isso representa um aumento de 26,6% se comparado ao ano de 2019, indicando o trabalho da PRF em dar segurança às pessoas que transitam por nossas rodovias federais.

A PRF no Piauí analisa que esses índices positivos representam o esforço e a dedicação de cada Policial Rodoviário Federal norteado pelos valores da instituição.

Com informações da PRF
Foto: Divulgação/PRF

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