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    Desenvolvimento da economia do Piauí

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    Houve uma mudança extraordinária no cenário econômico do Piauí, com as energias alternativas e os projetos de grãos.

    ​Os investimentos na região dos Cerrados com milhares de hectares de terras plantadas e produzindo arroz, milho, feijão, milheto, algodão e, especialmente, soja em larga escala, com a colheita de 5,7 milhões de toneladas de grãos, com exportação avançada para vários países importadores.

    ​E a exploração dos Cerrados não se restringe a esses quase 1,8 milhões de hectares plantados. A expectativa é de que isso aumente muito mais é verdadeira.

    ​Os Cerrados piauienses, notadamente no Sul do Estado, correspondem a uma área de 11 milhões de hectares dos quais 8 milhões prestam-se à agricultura, com o plantio de grãos, e três milhões são áreas altas que não permitem à implantação de uma agricultura ultra moderna, como se faz no Piauí, por conta desses acidentes geográficos.

    ​Por conseguinte, atualmente são plantados apenas 1,8 milhão de hectares; e ainda temos 6,2 milhões de hectares disponíveis ao plantio, que são áreas intocáveis, inóspitas, mata ainda virgem que a mão humana não alcançou para explorá-las e fazê-las produzir. E quando toda essa enorme área tiver produzindo, o Piauí estará muito bem situado economicamente porque são milhões de dólares em exportação que o Estado estará recepcionando. E a geração de centenas de emprego com uma agricultura ultra moderna.

    ​Além dos Cerrados, o Semiárido está recebendo bilhões de investimentos em energias alternativas, com o aproveitamento do sol e dos ventos, cujos projetos se estendem em todo o Semiárido, com plantas sendo programadas, outras em execução e muitas já produzindo energia, emprego e renda e melhorando as condições de vida de centenas de piauienses. São cerca de 100 propostas para produção de energia.

    ​Ainda, além desses volumosos investimentos nos Cerrados e no Semiárido, as fortes somas de recursos aplicados pelo BNB e Bando do Brasil, também na melhoria da genética bovina, do caprino, do ovino, suíno, bem como na agricultura familiar que tem grande destaque em todo o Piauí, produzindo muito e gerando emprego.

    ​Ademais, os grandes criatórios de frango consorciados com produção de ovos e ração.

    ​As indústrias de calcário dolomítico, especialmente em Antônio Almeida e Sta Filomena, porém, também em outros municípios, com jazidas que podem ser exploradas durante séculos tamanho o volume.

    ​Há que registrar-se também a melhoria na educação fundamental e superior. A Universidade Federal e a Universidade Estadual, bem como o Instituto Federal de Educação têm investidos muito nessas áreas, embora ainda, a enorme carência educacional.

    ​A infraestrutura de energia elétrica, com a privatização da CEPISA, tem melhorado a qualidade da energia e a sua disponibilidade melhorou a oferta e a qualidade da energia fornecida com a Equatorial.

    ​Agora, o Novo Marco Legal Regulatório do Saneamento, em água e esgoto (lixo e lixões), com investimento previsto de 13,7 bilhões de reais até 2033, também ajudará, extremamente, na melhoria da qualidade de vida das pessoas, com grande dificuldade de beberem água tratada, potável, e tratamento de água e esgoto.

    Magno Pires – Diretor-Geral do Instituto de Águas e Esgotos do Piauí/IAEPI; Ex-secretário de Administração do Piauí; Ex-Presidente da Fundação CEPRO; Advogado da União (aposentado); Ex-Advogado da Cia. Antarctica Paulista, atual AMBEV, por 32 anos; professor e jornalista.

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