Conecte-se conosco

Política

Deputado cobra a redução do lucro dos bancos ao ministro da Economia

Publicado

em

O coordenador da bancada do Nordeste, deputado federal Júlio César (PSD), em vídeoconferência com o ministro da Economia, Paulo Guedes, questionou que o spread bancário no Brasil é um dos maiores do mundo e pediu providências quanto a isso. Segundo o deputado, o lucro dos cinco maiores bancos do país, sendo dois deles oficiais, foi de R$ 100 bilhões em momento de crise.

Júlio César pediu providências ao ministro Paulo Guedes, porque não justifica esse lucro excessivo do sistema bancário. “Esse sistema financeiro do Brasil tem um dos maiores spreads do mundo. E estão apenas em cinco bancos. Isso não se justifica”, reclamou o deputado ao ministro da Economia.

Júlio César frisou ainda que os bancos pagam as tarifas, serviços, pagam a folha de pessoal, com cerca de 400 mil empregados e mais os encargos trabalhistas, divide parte do lucro com os funcionários e ainda dá um lucro de 40 a 50 bilhões de reais. “E isso sem emprestar um centavo a ninguém. O lucro do ano passado foi de R$ 100 bilhões. Como se controla esse excesso de spread para aumentar os juros no Brasil?”, questionou o parlamentar na videoconferência.

O spread bancário é a diferença entre o que os bancos pagam na captação de recursos e o que eles cobram ao conceder um empréstimo para uma pessoa física ou jurídica. Spread significa margem. Numa explicação simples seria como se você depositasse um dinheiro na poupança e o banco lhe pagasse juros de 6% ao ano. O banco pega o seu dinheiro e empresta para terceiros a juros de 25% ao ano. O spread seria essa diferença de 19% entre o valor que o banco paga para ter o seu dinheiro e o valor que vai receber por emprestar o seu dinheiro.

Fonte: Ascom

Propaganda
Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Wellington Dias espera que uso da vacina Sputinik seja aprovado até sexta-feira

Publicado

em

O governador do Piauí e presidente do Consórcio Nordeste, Wellington Dias, disse, nesta segunda-feira (12), que há expectativa de ter uma decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) sobre a importação da vacina Sputinik até a próxima sexta-feira (16). O imunizante foi comprado pelos estados nordestinos em parceria com o Ministério da Saúde. “O próprio Ministério da Saúde também fez uma compra de doses dessa vacina”, afirmou.

Segundo o governador, a Sputinik tem boa eficácia na imunização, é usada por 58 países. “Queremos essa decisão com base na Lei 124 de 2021, em que o Congresso Nacional determina que vacina já aprovada por agência reguladora de outro país possa ser utilizada em nosso país”, explica Wellington.

Para ele, o Brasil precisa de vacinas. “Esperamos a decisão da Anvisa em primeiro lugar e, em caso de não aprovação, iremos recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF)”, afirmou Wellington Dias.

Fonte: CCOM

Continue lendo

Política

Dr. Pessoa entrega praça e complexo esportivo na zona Norte

Publicado

em

Dando continuidade ao cronograma de entrega de obras dos 100 dias da nova gestão, o prefeito de Teresina doutor Pessoa inaugura na manhã desta terça-feira (13), obras na zona norte da capital.

Entre os empreendimentos a serem entregues está a praça do residencial Inglaterra. O local contou com R$ 309.438,27 (trezentos e nove mil quatrocentos e trinta e oito reais e vinte e sete centavos) em investimentos com recursos próprios da prefeitura.
Também será inaugurada a reforma do campo de futebol do bairro Nova Brasília, na zona Norte da cidade. Com um investimento de R$ 91.372,66 (noventa e um mil, trezentos e setenta e dois reais e sessenta e seis centavos), a obra será uma opção de lazer no local, além de fomentar o esporte na região.

O prefeito finalizará a agenda da manhã visitando a revitalização das alças da ponte primavera e estaiada que sofreu a ação de grafiteiros. A ação visa preservação do bem público.

Da Redação

Continue lendo

Política

Pacheco consultará técnicos para avaliar se CPI ampla é constitucional

Publicado

em

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), vai consultar técnicos da Secretaria-Geral da Mesa e da Advocacia da Casa para avaliar se o pedido de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Covid ampla, com a investigação não somente de ações do governo federal mas também de estados e municípios, é constitucional.

Isso porque o artigo 146 do regimento interno do Senado estabelece que não se admitirá CPI sobre matérias pertinentes à Câmara dos Deputados, às atribuições do Poder Judiciário e aos estados.

O pedido original de CPI para a investigação de eventuais irregularidades em ações em meio à pandemia foi feito pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e abrange somente o governo federal. Na prática, se focaria no presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e no Ministério da Saúde.

Randolfe conseguiu preencher os pré-requisitos necessários, mas, o pedido ficou parado à espera de análise por mais de dois meses na mesa do Rodrigo Pacheco. Após questionamento dos senadores Alessandro Vieira (Cidadania-SE) e Jorge Kajuru (Cidadania-GO) ao STF (Supremo Tribunal Federal), o ministro da Corte Luís Roberto Barroso determinou a instalação da comissão na semana passada.

Enquanto isso, desde o início de março, o senador Eduardo Girão (Podemos-CE) articulava outro pedido para uma CPI que incluísse estados e municípios, sem conseguir fazê-lo decolar. O governo não queria fomentar uma CPI se a outra pedida por Randolfe realmente não tomasse forma.

O requerimento de Girão só ganhou força nos últimos dias, quando senadores governistas o enxergaram como alternativa para ampliar o escopo de atuação do colegiado e tirar o governo federal da mira dos parlamentares.

Essa estratégia ganhou força após Kajuru divulgar ontem conversa que teve com Jair Bolsonaro em que o presidente defende a inclusão de governadores e prefeitos. O presidente reclama que a CPI vai investigar somente o governo federal e afirma ter receio de que, dessa forma, o relatório da comissão seja “sacana”.

Para Bolsonaro, é preciso “fazer do limão uma limonada”. Kajuru concorda com as ponderações do presidente sobre a CPI e afirma que trabalhará para ampliar seu escopo. Para parte dos senadores, essa ampliação inviabiliza o funcionamento da comissão.

Fonte: Folhapress

Continue lendo

Popular