A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi) que investiga os maus serviços prestados pela Equatorial colhe mais dois depoimentos na próxima segunda-feira (22), na sala da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Os depoentes vão ser o coordenador do curso de Administração da Universidade Federal do Piauí (UFPI), Paulo Fortes, e o proprietário de uma granja localizada em Altos.

“São duas pessoas que se apresentaram e colocaram a dificuldade que têm para fazer a sua produção e, segundo os mesmos, a Equatorial tem atrapalhado muito, sobretudo com quedas de energia”, afirmou o presidente da CPI da Equatorial, deputado Evaldo Gomes (Solidariedade). Os depoimentos seriam colhidos nesta quinta-feira (18), mas tiveram que ser adiados por conta da agenda de eventos da Alepi.

A Alepi informou que nesta semana foram ouvidos o vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado do Piauí (Fiepi), Francisco Reinaldo, e o presidente do Sindicato dos Lojistas do Comércio do Estado do Piauí (Sindilojas), Tertuliano Passos. Eles falaram que a Equatorial propiciou avanços em relação à Eletrobrás, mas que ainda há muitos problemas. O mais citado nos depoimentos foi a demora na prestação de serviços para a instalação de indústrias e grandes comércios, que acaba exigindo recursos dos próprios empresários para que o negócio possa funcionar no tempo adequado.

A CPI da Equatorial já colheu os depoimentos do presidente do Sindicato dos Urbanitários, Francisco Marques, e do coordenador dos Procons do estado, Nivaldo Ribeiro. Os parlamentares puderam ouvir críticas sobre o corte de pessoal realizado pela concessionária, requisitar documentos sobre reclamações dos consumidores e saber sobre o avanço de processos judiciais que apuram a concretização do plano de investimentos apresentado pela Equatorial.


Com informações da Alepi
Foto: Divulgação

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