A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Equatorial, da Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi), esteve nesta quinta-feira (22) no município de Batalha, no Norte do estado, para ouvir testemunhas. A reunião da CPI foi realizada na Câmara Municipal e contou com a presença dos deputados Evaldo Gomes (Solidariedade) e Gessivaldo Isaías (Republicanos) e também com a participação de representantes da Câmara Municipal, Prefeitura e comunidade.

O deputado Gessivaldo Isaías, membro titular da CPI da Equatorial, destacou a importância da realização da reunião na sede do município.

“Queríamos ouvir todos os piauienses nos 224 municípios do Piauí, mas é impossível. Essa reunião de hoje foi importante para constatarmos o que nós deputados ouvimos quando visitamos o interior do estado e vimos sofrimento da população em relação aos serviços da empresa Equatorial”, disse o parlamentar.

O deputado Evaldo Gomes, presidente da CPI da Equatorial, disse que o objetivo da comissão é dar uma resposta aos piauienses da capital e do interior do estado.

“O que a CPI quer é melhorar o serviço de energia para o consumidor final, não queremos perseguir a empresa, não é nada pessoal, mas temos que colocar o interesse da população em primeiro lugar. Nós parlamentarmos temos que fazer a nossa parte e levarmos os reclames da população até o judiciário. Eu acredito que essa CPI já está surtindo efeitos”, disse o presidente.

O advogado Maurício Ferreira, uma das testemunhas ouvidas na reunião, relatou as demandas que ele tem levado a justiça no tocante aos serviços da Equatorial.

“Tenho atuado em causas contra a empresa, e a demanda é imensa, são mais de três mil ações somente no Juizado Especial de Batalha. E o que mais me assusta é que na maioria das vezes a empresa gasta mais para recorrer do que o próprio valor da indenização pedida por nosso cliente. Esse valor que a empresa gasta com o recurso poderia ser usado para a melhoria do serviço”, frisa.

Com informações da Ascom
Foto: Divulgação

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *