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Economia

Consumidores veem preços subir antes da Black Friday

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Consumidores amanheceram bombardeados de ofertas da sexta-feira (27), dia da tão esperada “Black Friday”. Apesar de a animação contagiante, nem sempre as promoções divulgadas pelas redes são reais.

O casal Márcio Fontanezi e Vivian Serafim estão montando o apartamento e, portanto, de olho nos preços de eletrodomésticos, eletrônicos e móveis.

Na semana passada, compraram um fogão por R$ 849. A mesma peça está sendo anunciada nesta semana por R$ 1.199, ou seja, o produto está 40% mais caro.

Os dois também viram o preço de um depurador de ar subir de R$ 199 para R$ 296,91.

Outro casal, Talita e Marcos Zocaratto, está monitorando o preço do ar-condicionado há um tempo. Viram o equipamento sendo comercializado R$ 2.699, no dia 14 de novembro, e nesta semana por R$ 3.229.

A consumidora Gisele Bonaroski acompanhou os preços dos pacotes e viagem durante meses antes da Black Friday.

O pacote de sete dias para Maceió (AL), com hotel e hospedagem, custava em torno de R$ 900 até a semana passada. O mesmo valor está sendo oferecido para um pacote de quatro dias, ou seja, três dias a menos.

Procon-SP dará atendimento especial nesta sexta-feira
O Procon-SP criou um espaço em seu site para atender as reclamações referentes às promoções da Black Friday promovida hoje.

Todas as queixas registradas serão enviadas imediatamente para o fornecedor, que terá até dez dias para dar uma solução ao consumidor.

Ao entrar no site do Procon, o consumidor terá acesso a uma janela específica para fazer a reclamação sobre problemas relacionados à Black Friday.

Lá será possível informar, entre outras queixas:
Maquiagem de desconto;
Mudança de preço ao finalizar a compra;
Pagamento com boleto bancário indisponível;
Pedido cancelado após a conclusão da compra;
Casos de demora ou falta de entrega do produto ou serviço;
Produto ou serviço com defeito.

Fonte: r7.com

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Economia

Piauí tem cerca de 140 mil mulheres empreendedoras

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O Piauí se destaca no cenário do empreendedorismo feminino. O Estado ocupa a 3ª posição na região Nordeste em número de mulheres donas de negócios. Atualmente cerca de 140 mil empresas piauienses são comandadas por mulheres, o que corresponde a 36% dos negócios do Estado.

O percentual de mulheres empreendedoras do Piauí ficou acima da média nacional, que é de 34%. Na região Nordeste, o Estado está equiparado ao Maranhão em número de mulheres donas de negócios, perdendo apenas para Sergipe (39%) e Ceará (36%).

“Os números mostram que o empreendedorismo feminino é bastante forte no Piauí. As mulheres estão avançando cada vez mais no mundo empresarial, ocupando cargos de liderança nos negócios. E nós, enquanto Sebrae, continuaremos firmes na missão de disseminar o empreendedorismo como alternativa de renda e realização pessoal e profissional, incentivando que mais mulheres invistam em pequenos negócios, que mais tarde podem se tornar grandes empresas”, declara o diretor superintendente do Sebrae no Piauí, Mário Lacerda.

O levantamento feito pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, Sebrae Nacional, tem como base dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, PNAD, que mostra o perfil das empreendedoras até o terceiro bimestre de 2020.

De acordo com a sondagem, 56% das mulheres empreendedoras piauienses têm até 44 anos, 42% delas são chefes de família, 45% estão à frente de empresas com menos de dois anos de atividade, e a maioria atua nos setores de comércio (38%) e serviços (31%).

Apesar da expressiva representatividade feminina no meio empresarial, o levantamento revela uma redução da proporção de mulheres entre os donos de negócios em comparação com o mesmo período de 2019, quando o percentual de mulheres à frente de negócios era de 34,5%. No terceiro trimestre de 2020 havia cerca de 25,6 milhões de donos de negócios no Brasil, e as mulheres eram 33,6% desse total, o que representa uma redução de quase um ponto percentual.

“Desde 2016, o número de mulheres à frente de negócios vinha aumentando consideravelmente. Com a pandemia, esse movimento contínuo de crescimento foi interrompido. Acreditamos que entre as razões para a redução do percentual de mulheres empreendedoras está, não só a crise causada pela pandemia, mas também a necessidade de maior dedicação às tarefas domésticas, como cuidar das crianças que estavam sem frequentar as escolas”, pontua Mário Lacerda.

Estudo feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE, mostra que as mulheres sempre dedicam mais horas semanais aos afazeres domésticos ou ao cuidado de pessoas que os homens, tanto que a média de horas aumentou de 9,9 para 10,4 horas, entre 2016 e 2019. No Nordeste esse percentual é ainda maior, chegando a 21 horas por semana.

Mesmo mais dedicadas às tarefas domésticas as mulheres donas de negócios se mostram mais inovadoras que os homens. A 9ª edição da Pesquisa de Impacto do Coronavírus nos Pequenos Negócios – realizada pelo Sebrae em parceria com a Fundação Getúlio Vargas, FGV – revela que 46% das mulheres passaram a comercializar novos produtos/serviços contra 41% dos homens. As mulheres também se mostraram mais tecnológicas do que os homens: 76% delas fazem uso das redes sociais, aplicativos ou internet na venda de seus produtos/serviços, enquanto apenas 67% dos homens utilizam esses canais.

Os dados completos do Levantamento sobre Empreendedorismo Feminino estão disponíveis no endereço eletrônico http://bit.ly/EMPREENDEDORISMOfeminino. Já a 9ª edição da Pesquisa de Impacto do Coronavírus nos Pequenos Negócios pode ser acessada no site https://datasebrae.com.br/covid/.

Fonte: Ascom

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Economia

Caixa Econômica: inscrições abertas para seletivo de estágio remunerado

Inscrição vão até o dia 16 de março pelo site do CIEE

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Estágio na Caixa Econômica

A Caixa Econômica abriu as inscrições para o seletivo de estágio remunerado em todos os níveis de escolaridade. As vagas são para todo o país. Os estudantes podem fazer as inscrições pelo site do Centro de Integração Empresa-Escola (Ciee) até o dia 16 de março.

Podem se candidatar para uma das vagas de estágio remunerado na Caixa Econômica estudantes do Ensino Médio regular e da Educação de Jovens e Adultos (EJA), do ensino técnico e de nível superior, dos cursos de arquitetura e urbanismo, direito e engenharias.

Para conseguir uma das vagas, os estudantes, além da inscrição, terão que participar do processo seletivo realizado através da prova online e entrevista.

Para estudantes do ensino médio ou técnico a Bolsa Auxílio oferecida pela Caixa Econômica varia entre R$ 400 e R$ 500 mensais e depende da jornada semanal do estágio.

O valor da Bolsa Auxílio da Caixa Econômica para vagas de estágios a serem preenchidas por esstudantes universitários é de R$ 1.000,00 por mês. Além do valor da bolsa, todos os estudantes ainda recebem o auxílio-transporte no valor R$ 130 por mês. 

Nível EscolarRemuneração
Ensino MédioR$ 400 a 500,00 + R$ 130 de Auxílio Transporte
Educação de Jovens e Adultos (EJA)R$ 400 a 500,00 + R$ 130 de Auxílio Transporte
Ensino TécnicoR$ 400 a 500,00 + R$ 130 de Auxílio Transporte
Ensino SuperiorR$ 1.000,00 + R$ 130 de Auxílio Transporte
DireitoR$ 1.000,00 + R$ 130 de Auxílio Transporte
EngenhariasR$ 1.000,00 + R$ 130 de Auxílio Transporte
Arquitetura e UrbanismoR$ 1.000,00 + R$ 130 de Auxílio Transporte

Os candidatos devem consultar o edital para se certificarem de que atendem a todos os requisitos necessários ao programa de estágio da Caixa Econômica.

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Economia

Varejo fechou mais de 75 mil lojas em 2020, diz CNC

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Levantamento da Confederação Nacional do Comércio Nacional de Bens, Serviços e Turismo (CNC) aponta que mais de 75 mil lojas fecharam as portas no Brasil no primeiro ano da pandemia de covid-19. O dado indica o saldo entre abertura e fechamento de estabelecimentos com vínculos empregatícios do comércio varejista brasileiro. A retração em 2020 é a maior desde 2016 (-105,3 mil), quando o setor ainda sofria os efeitos da maior recessão da história recente do País.

Diante deste cenário, o presidente da CNC, José Roberto Tadros, lembra que a queda das vendas no varejo, no ano passado (-1,5%), no entanto, foi menor do que a esperada para um momento tão crítico. “As perdas do setor varejista foram sentidas logo em março, mas, a partir de maio, foi possível começar a reverter a situação, graças à rápida reação do mercado. Contribuíram fatores como o fortalecimento do comércio eletrônico e o benefício do auxílio emergencial, permitindo que o brasileiro pudesse manter algum nível de consumo. O desafio será ver o comportamento deste ano, com o programa de imunização ainda em andamento”, avalia Tadros.

O nível de ocupação no setor também foi impactado pela crise: ao longo do último ano, 25,7 mil vagas formais foram perdidas. Trata-se da primeira queda anual desde 2016 (-176,1 mil). Embora negativo, o saldo de 2020 não reverteu completamente a quantidade de vagas geradas nos três anos anteriores.

Ramo de vestuários foi o mais afetado
O ramo que mais perdeu unidades foi o de vestuário, calçados e acessórios (-22,29 mil unidades). Na sequência, aparecem hiper, super e minimercados (-14,38 mil) e lojas de utilidades domésticas e eletroeletrônicos (-13,31 mil).

Para Fabio Bentes, economista da CNC responsável pelo estudo, as pesquisas recentes têm mostrado que, mesmo com o avanço do e-commerce, ainda há uma grande dependência do consumo presencial no setor:

“As incertezas em relação à retomada do ritmo econômico, sobretudo diante da necessidade de isolamento da população, vão influenciar fortemente as projeções para 2021”.

CNC projeta três cenários
O cenário incerto fez a CNC fazer três projeções distintas para o comércio neste ano, associando o nível de isolamento social da população à evolução das vendas no varejo ampliado e à recuperação do saldo de lojas.

No cenário básico, a Confederação prevê a redução de cinco pontos percentuais no índice de isolamento social da população até o fim de 2021, em relação a dezembro de 2019. Neste caso, as vendas avançariam 5,9%, em comparação com 2020, e o setor seria capaz de reabrir 16,7 mil novos pontos de venda este ano.

Em um cenário alternativo mais otimista, no qual o isolamento social retornaria aos níveis pré-pandemia (30% da população), o volume de vendas cresceria 8,7% e 29,8 mil estabelecimentos com vínculos empregatícios seriam abertos ao longo do ano.

Por fim, em quadro mais pessimista, no qual o confinamento da população se mantivesse ligeiramente abaixo (3 pontos percentuais) do patamar observado em dezembro do ano passado, o saldo entre abertura e fechamento de lojas fecharia o ano em +9,1 mil unidades.

José Roberto Tadros, presidente da CNC

Confira a análise completa da Divisão Econômica da CNC.

Com informações da Ascom

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