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Política

Ciclo 6: Caixa paga auxílio emergencial para nascidos em junho

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A Caixa Econômica Federal paga hoje (18) o auxílio emergencial para 3,3 milhões de brasileiros nascidos em junho. O governo vai liberar R$ 1,2 bilhão para beneficiários que não fazem parte do Bolsa Família, no ciclo 6 de pagamentos do programa.

Do total, 65,6 mil pessoas receberão R$ 97,3 milhões da parcela do auxílio emergencial regular, no valor de R$ 600 (R$ 1,2 mil para mães chefes de família). Os demais, 3,2 milhões de beneficiários, serão contemplados com parcela do auxílio emergencial extensão de R$ 300 (R$ 600 para mães chefes de família), num total de R$ 1,1 bilhão.

Os recursos estarão disponíveis na poupança social digital e poderão ser movimentados pelo aplicativo Caixa Tem. Com ele é possível fazer compras na internet e nas maquininhas em diversos estabelecimentos comerciais, por meio do cartão de débito virtual e QR Code. O beneficiário também pode pagar boletos e contas, como água e telefone, pelo próprio aplicativo ou nas casas lotéricas.

O calendário de pagamentos do auxílio emergencial é organizado em ciclos de crédito em conta poupança social digital e de saque em espécie. Os beneficiários recebem a parcela a que têm direito no período, de acordo com o mês de nascimento.

Saques e transferências para quem recebe o crédito nesta sexta-feira serão liberados a partir do dia 13 de janeiro de 2021. A partir dessa data, o beneficiário poderá retirar o auxílio emergencial no caixa eletrônico, nas agências da Caixa ou lotéricas ou usar o aplicativo Caixa Tem para transferir o dinheiro da poupança digital para contas em outros bancos, sem o pagamento de tarifas.

O auxílio emergencial – criado em abril pelo governo federal -, pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil, foi estendido até 31 de dezembro, por meio da Medida Provisória (MP) 1000. O auxílio emergencial extensão será pago em até quatro parcelas de R$ 300 cada; no caso das mães chefes de família monoparental, o valor é de R$ 600. Somente aqueles que já foram beneficiados e se enquadram nos novos requisitos estabelecidos na MP estão recebendo o benefício.

Parcela única

Cerca de 1,2 milhão de beneficiários que têm direito apenas à parcela de dezembro do auxílio extensão receberão os R$ 300 ou R$ 600 a partir do dia 21 de dezembro. São pessoas que receberam a primeira remessa do auxílio em julho.

A Caixa fará os créditos para esse público da seguinte forma: 900 mil beneficiários nascidos de janeiro a setembro receberão no dia 21; 100 mil nascidos em outubro, no dia 23; 100 mil nascidos em novembro, no dia 28; e 100 mil beneficiários nascidos em dezembro, no dia 29.

Para os nascidos em janeiro e fevereiro, os saques e transferências também estarão liberados no dia 21. Já para os nascidos de março a dezembro, a data segue o calendário dos ciclos 5 e 6, com saques e transferências disponíveis em janeiro.

Beneficiários do Bolsa Família

Já os beneficiários do Bolsa Família recebem o auxílio de acordo com o calendário e critérios de pagamento do próprio programa social.

Dessa forma, a Caixa faz hoje o pagamento de R$ 415,9 milhões da quarta parcela do auxílio emergencial extensão para 1,6 milhão de beneficiários do Bolsa Família com final de NIS número 7.

Ao todo, 15,8 milhões de pessoas cadastradas no programa foram consideradas elegíveis para a quarta parcela do auxílio extensão e receberão, no total, R$ 4,1 bilhões durante o mês de dezembro.

No caso dos beneficiários do Bolsa Família, eles recebem o valor do programa social complementado pela extensão do auxílio emergencial em até R$ 300 ou R$ 600 para mães solteiras.

Se o valor do Bolsa Família for igual ou maior que R$ 300 ou R$ 600, o beneficiário receberá o valor do Bolsa Família, sempre privilegiando o benefício de maior valor.

 

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Fonte: Agência Brasil

Política

Covid-19: Florentino Neto defende medidas restritivas em todos estados do país

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O secretário de Saúde do Piauí, Florentino Neto, defendeu nesta quarta-feira (3) que as medidas restritivas de enfrentamento à Covid-19 sejam tomadas de forma uniformes por todos estados e tenham caráter nacional.

O secretário também clamou por mais vacinas contra covid-19 para que seja distribuída o mais rápido possível para população e consequentemente imunizar o maior número de pessoas.

Conforme o secretário, enquanto a vacina não chega, medidas de prevenção devem continuar com a participação de toda sociedade.

Confira o vídeo

Da Redação

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Política

STF rejeita denúncia contra o senador Ciro Nogueira

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A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) por maioria acolheu recurso (embargos de declaração) para rejeitar denúncia contra os deputados federais Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), Arthur Lira (PP-AL) e Eduardo da Fonte (PP-PE) e o senador Ciro Nogueira (PP-PI) pela prática do crime de organização criminosa. Entre outros pontos, a decisão considerou que a denúncia, apresentada no Inquérito (INQ) 3989, é inepta, pois tem por objeto crimes antecedentes já arquivados ou rejeitados pelo Supremo em outros inquéritos.

Denúncia
Em maio de 2019, a Segunda Turma recebeu parcialmente a denúncia, por maioria de votos. A Procuradoria-Geral da República (PGR) apontava a existência de esquema formado por integrantes da cúpula do PP para desviar recursos da Petrobras, fatos investigados pela Operação Lava Jato. Segundo a denúncia, o grupo atuava de forma estável, profissionalizada, preordenada, com estrutura definida e repartição de tarefas. Para o MPF, estaria claro que a nomeação e manutenção de Paulo Roberto Costa no cargo deram início “ao esquema que beneficiou indevidamente, por mais de uma década, o núcleo político do PP na organização criminosa”.

Embargos
O julgamento dos embargos opostos pela defesa dos parlamentares foi retirado do ambiente virtual após pedido de vista do ministro Gilmar Mendes. Na sessão de hoje, o relator do inquérito, ministro Edson Fachin votou pela rejeição dos recursos, por considerar ausente qualquer omissão, contradição ou obscuridade no acórdão do recebimento da denúncia, e foi acompanhado integralmente pela ministra Cármen Lúcia. Para eles, a peça acusatória apresentou descrição suficiente dos fatos supostamente ilícitos, e os depoimentos dos colaboradores foram corroborados por outros elementos de prova.

Omissões
Prevaleceu, no entanto, o voto-vista do ministro Gilmar Mendes pelo acolhimento dos embargos, com efeitos modificativos, para rejeitar a denúncia. Para o ministro, o recebimento da denúncia desconsiderou a ausência de instauração de investigação, o arquivamento e a rejeição de denúncias oferecidas contra os parlamentares nos autos de outros inquéritos sobre os crimes antecedentes ao de organização criminosa, em razão da fragilidade dos depoimentos dos colaboradores e das provas produzidas. O acórdão, a seu ver, não procedeu a uma análise detalhada da situação de cada investigação, utilizando-se dessas narrativas para receber a denúncia.

Atipicidade da conduta
Na avaliação do ministro, a decisão também deixou de apresentar razões adequadas e motivos idôneos que apontem para a integração dos acusados à organização criminosa em período posterior à vigência da Lei 12.850/2013, que define esse tipo de organização. Segundo ele, não houve, na peça acusatória, qualquer descrição de supostos fatos criminosos após a edição da norma. O acórdão ignorou ainda, no seu entender, a descrição adequada da participação individualizada dos denunciados na suposta organização.

Criminalização da política
Para Gilmar Mendes, a decisão se utilizou de tese de criminalização da política, ao considerar elementos da atividade parlamentar para a admissibilidade da denúncia. O acórdão, a seu ver, equipara o exercício de atividades partidárias ou o simples pertencimento a um grupo político ao exercício de atividade criminosa.

Fatos supervenientes
Além desses fundamentos, segundo Mendes, os fatos supervenientes narrados nos recursos devem ser considerados para que se declare a rejeição da denúncia, especialmente no que diz respeito à aprovação do novo pacote anticrime, que proíbe o recebimento de denúncia com base apenas nas declarações dos colaboradores premiados. “Essa relevante alteração da legislação vigente torna ainda mais explícita a omissão existente no acórdão embargado, ao receber a denúncia com base apenas no depoimento dos colaboradores premiados”, afirmou.

Outro fato superveniente apontado é a sentença de absolvição sumária proferida pela Justiça Federal do Distrito Federal que rejeitou, a pedido do próprio Ministério Público Federal, a acusação de organização criminosa imputada a políticos do Partido dos Trabalhadores, em condições absolutamente semelhantes às denúncias oferecidas no caso.

Os ministros Nunes Marques e Ricardo Lewandowski acompanharam a divergência.

Fonte: STF

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Política

Wellington visita União Química e confirma compra de 10 milhões de doses da vacina Sputinik pelo Governo Federal

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O governador Wellington Dias visitou, nesta terça-feira (2), em Brasília, a indústria União Química, que produz a vacina Sputinik. O encontro contou com a participação de representantes do Ministério da Saúde, Colégio de Procuradores, Câmara e Senado.

Segundo Wellington, a União Química assumiu o compromisso de entregar, ainda nesta semana, a documentação para autorização definitiva do imunizante.

“Foi feita a entrega do pedido de autorização emergencial para uso da Sputinik no Brasil no dia 15 de janeiro e como foi suspenso, eles apresentaram relatório com um conjunto de medidas e informações e esperam, nesta semana, concluir esta parte documental”, explica. O chefe do executivo piauiense enfatiza que o pedido de todos os governadores é pela agilidade neste processo de autorização, inclusive, com a ajuda do Ministério da Saúde.

Wellington ressalta que respeita as regras da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

“O Governo Federal comprou 10 milhões de doses da vacina Sputinik, há a confirmação do Fundo Soberano Russo, que fez o contrato com a União Química e estas vacinas estão incluídas no cronograma de entrega para o Brasil nos meses de março e abril. Essas doses serão muito importante para completar a quantidade necessária para imunizar o grupo de maior risco”, declarou. A novidade, de acordo com o governador, é que a entrega da documentação, com pedido de autorização para fase 3, iniciada no dia 29 dezembro no Brasil, já foi concluída, e agora estão sendo investigadas a segurança e eficácia dessa fase, que são pontos importantes para autorização definitiva.

Por fim, o representante do Ministério da Saúde, Airton Cascável, assegura que toda vacina pronta autorizada pela Anvisa e disponível para entrega a Brasil, será comprada pelo ministério por meio do Plano Nacional de Imunização.

“Reafirmamos a mesma posição, por parte dos governos estaduais, e ficou acetado um grupo de trabalho para que a União Química possa apresentar informações da Anvisa, do Ministério da Saúde, do Fundo Soberano Russo aos governadores”, disse Wellington Dias, enfatizando que o Fundo Soberano Russo está com uma equipe da Rússia no Brasil para finalização de transferência tecnológica para produzir o Insumo Farmacêutico Ativo (IFA) ao país, com a previsão de iniciar a produção no mês de abril.

“Será um marco importante para o Brasil. Com o início da produção em abril, haverá possibilidade de, num prazo de 30 dias, termos oito milhões de doses a cada mês. Assim, será possível ampliar a capacidade de vacinação. Um fato importante é que o Ministério da Saúde firmou compromisso de que toda vacina aprovada e autorizada pela Anvisa será incluída no Programa Nacional de Imunização. Nossa meta é chegar até julho com mais de 70% da população vacinada”, afirma Wellington.

Fonte: CCOM

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