O ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, Anderson Torres, ficou em silêncio durante seu depoimento à PF (Polícia Federal) nesta quarta-feira (18).

Torres está preso no 4º Batalhão de Polícia Militar, no Guará, região distante aproximadamente 15 quilômetros do centro de Brasília.

O ex-secretário do DF é investigado por suposta omissão em relação aos atos extremistas e às invasões às sedes dos Três Poderes da República em Brasília. O mandado de prisão foi expedido pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), na terça-feira (10), e ratificado pelo Tribunal no dia seguinte.

Torres está isolado no prédio do Batalhão. O acesso ao prédio está restrito. Os advogados de Torres estão autorizados a entrar. Não foi informado um protocolo de horários de visitas ao ex-ministro.

Na terça-feira (17), o ex-ministro e ex-secretário passou por atendimento psicológico. A cela na qual ele está passou por uma inspeção na 2ª feira (16.jan) em busca de privilégios.

Segundo apurou o Poder360, a inspeção foi realizada por volta das 15h, horário de Brasília, pelo NCPM (Núcleo de Custódia da Polícia Militar). O núcleo do sistema prisional, vinculado ao MPDFT (Ministério Público do Distrito Federal), também acompanhou e informou que não foi achado indícios de privilégios a Torres. Ação se trata de um procedimento de segurança habitual à presos com prerrogativas de função.

Torres é delegado da PF e, por isso, poderá permanecer no local ou ser transferido para uma prisão especial até uma até eventual condenação.

Torres chegou ao Brasil pelo Aeroporto Internacional de Brasília, por volta das 7h20 de sábado (14). O ex-ministro foi então levado pela PF (Polícia Federal) e a prisão foi realizada. O Poder360 apurou que a ida de Torres para o 4º Batalhão da PM no Guará foi um pedido da defesa do ex-ministro.

Fonte: Poder360
Foto: Reprodução

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