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    “A gente quer uma sociedade sem trabalho infantil”, diz Regina Sousa

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    “A gente quer uma sociedade sem trabalho infantil”, diz Regina Sousa

    “Se a gente quer uma sociedade sem trabalho infantil é preciso se preparar para ele não existir, porque depois que ele existe, fica difícil se combater,” comentou a vice-governadora Regina Sousa ao participar, de forma on-line, da abertura da Semana de Enfrentamento ao Trabalho Infantil, promovida pela Secretaria Estadual da Assistência Social, Trabalho e Direitos Humanos (Sasc).

    O evento reuniu representantes de vários municípios que objetiva combater, sensibilizar, informar e refletir sobre essa violação aos direitos da criança e do adolescente.

    Regina Sousa destacou a criação do marco da primeira infância como um importante aliado para assegurar os direitos da criança e do adolescente, mas ressalta que ele está longe de ser cumprido, por isso, são necessárias adotar providências para cuidar da mãe e da criança, oferecendo a elas condições para sobreviverem.

    “Cuidar da mãe e da criança para evitar a mortalidade materno-infantil. E propiciar à criança creche, ensino infantil e fundamental, que é a primeira infância”, destacou

    Para a vice-governadora, se não cuidar para que a criança tenha uma educação propícia, ela será candidata ao trabalho infantil, deixando a escola e se tornar um adulto analfabeto.

    “Se tem um bom ensino infantil e fundamental serão estimulados a continuar a estudar. Mas se começam a trabalhar, ficam desestimulados a continuar estudando,” comentou Regina Sousa.

    A vice-governadora sugeriu aos organizadores da Semana de Estadual de Enfrentamento ao Trabalho Infantil que escolham um território de desenvolvimento para fazer o acompanhamento de crianças em idade escolar se estão na escola ou não. E também que no próximo ano seja apresentado relatório com o número de crianças resgatadas do trabalho infantil e quantas deixaram de fazer o trabalho infantil.

    “É preciso contabilizar o que mudou em um ano”, finalizou.

    Fonte: CCOM

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