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Política

Em seu primeiro discurso, Pacheco defende pautas diversas

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O primeiro discurso de Rodrigo Pacheco como presidente do Senado foi abrangente. Citou vários temas como importantes e, com isso, atendeu a diferentes correntes do Senado, cujas pautas prioritárias são diversas. Defendeu a independência da Casa, o combate à corrupção, a geração de empregos, o combate à pandemia, a estabilidade econômica e a preservação do meio ambiente.

“[O Senado deve] Atuar com vistas no trinômio saúde pública, desenvolvimento social e crescimento econômico, com o objetivo de preservar vidas humanas, socorrer os mais vulneráveis, gerar emprego e renda”, disse o novo presidente do Senado. Pacheco também citou as reformas, sobretudo a tributária, que o governo federal tenta emplacar há vários meses, mas que empacou no Congresso. Para ele, as reformas devem ser debatidas, mas “sem atropelos”.

“As votações de reformas que dividem opiniões, como a reforma tributária e a reforma administrativa, deverão ser enfrentadas com urgência, mas sem atropelo. O ritmo dessas e de outras reformas importantes será sempre definido em conjunto com os líderes e com o plenário desta Casa”. Pouco depois, em declaração à imprensa, citou a reforma administrativa, criticando o que chamou de “demonização do servidor público”. Para ele, servidor público “não é problema, é solução”.

Independência institucional

Apoiado pelo presidente Jair Bolsonaro e por Davi Alcolumbre, seu antecessor no comando do Senado, Pacheco procurou afastar essa ideia ao pregar a independência da Casa. Ele considerou essa uma “premissa fundamental” para a tomada de decisões e afirmou que os senadores são “legítimos representantes eleitos dos seus estados e do Distrito Federal, para o livre e eficiente exercício dos seus mandatos”.

Em seu primeiro discurso como presidente do Senado, Pacheco indicou que pautará projetos de estímulo à atividade industrial, ao agronegócio e ao setor de serviços. “Procuremos viabilizar aquilo de que mais nos ressentimos já há algum tempo, uma infraestrutura nacional abrangente e adequada. Temos que pensar nos mais diferentes nichos de atividades, de forma inclusiva para todos os trabalhadores”.

Placar

Pacheco foi eleito presidente do Senado pelos próximos dois anos. Ele obteve 57 votos contra 21 de sua adversária, Simone Tebet (MDB-MS). O apoio de Alcolumbre foi fundamental para a eleição do novo presidente, dada a simpatia de líderes de diversos partidos pelo então líder da Casa. A proximidade de Alcolumbre com o presidente Jair Bolsonaro, com lideranças governistas, como PP, PSD e Republicanos, e de oposição, PT e PDT, assegurou um apoio abrangente a Pacheco.

Está marcada para amanhã (2) a eleição do restante da Mesa Diretora do Senado, na primeira sessão comandada por Pacheco. A Mesa é composta pelo presidente, dois vice-presidentes, quatro secretários e seus suplentes. Graças ao apoio ao senador do DEM, o PT deverá ganhar a 3ª Secretaria da Mesa e a presidência de duas comissões: de Direitos Humanos e a do Meio Ambiente, conforme adiantou o líder do partido, Rogério Carvalho (PT-SE), à TV Senado.

 

 

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Fonte: Agência Brasil

Política

Wellington Dias se reúne com Pazuello e pede agilidade na produção de vacinas

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O governador do Piauí e presidente do Consórcio Nordeste, Wellington Dias, reuniu-se, nesta segunda-feira (8), com representantes da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e com o ministro da Saúde, Eduardo Pazzuello, no Rio de Janeiro. Na oportunidade, também foi discutida, com a equipe da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a possibilidade de acelerar a imunização da população brasileira contra a Covid-19.

Wellington Dias, que é coordenador do tema vacinas no Fórum dos Governadores do Brasil, cobrou uma posição sobre o atraso na entrega de doses dos imunizantes. A Fiocruz iria entregar no mês de março 16,9 milhões de doses da vacina, mas apresentou ao Ministério da Saúde, no sábado (6), um novo cronograma reduzindo o total para 3,8 milhões de doses.

“Foi um momento importante para que pudéssemos apresentar um cronograma para esse mês de março. Primeiro, tratamos da vacina com recebimento de IFA (ingrediente farmacêutico ativo). Atualmente, temos quinze milhões de IFAs que permitem a produção de quinze milhões de doses. Precisamos de um calendário de vencimento de regras com a segurança da Anvisa. Hoje, saímos da agenda com a esperança de que em poucos dias tenhamos a liberação da Agência Sanitária, permitindo um registro emergencial nesse processo de produção da Fiocruz”, avaliou o governador. Segundo Dias, existe a promessa de entrega de 3,8 milhões de doses em alguns dias. “Queremos ampliar ainda mais, a partir de abril, podendo chegar a produção de um milhão de doses por dia”, acrescentou, ressaltando a importância de garantir a vacinação do grupo de maior risco para tirar a pressão por vaga em hospitais e reduzir óbitos.

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello comentou sobre os oito milhões de doses que ainda faltam receber da AstraZeneca. “Em janeiro, não foi entregue o quantitativo contratado de quinze milhões de IFA. AstraZeneca nos forneceu 15 milhões de doses prontas. Isso viria de um laboratório indiano e esse laboratório vem fazendo uma postergação. Só quatro milhões foram entregues. Essa negociação deverá ser feita por meio de um processo político da nossa parte junto à AstraZeneca para que o laboratório indiano compre as oito milhões de doses que faltam”, declarou.

Fonte CCOM

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Política

Teresa Britto pede reabertura de hospitais de campanha

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A deputada estadual Teresa Britto (PV) cobrou nesta segunda-feira(8) a reabertura dos hospitais de campanha estaduais. Segunda a parlamentar, além de leitos de UTI também estão faltando mais leitos clínicos.

“A minha insistência para reabertura dos hospitais de campanha é porque pacientes que com até 50% de comprometimento dos pulmões podem ser tratados em leitos clínicos, com ajuda de oxigênio, sem ser necessário entubar. O nosso Estado está numa situação muito ruim pois estão faltando leitos clínicos, além de leitos de UTI. Tive a informação hoje de que temos pacientes que estão nos corredores da UPA do Renascença porque não tem leito clínico na rede pública e sem leitos de UTI nem na rede pública nem na privada”, defendeu a deputada.

“Hoje nós temos casos de COVID em todos os municípios do Piauí. Quando iniciou a pandemia, foram implantados hospitais de campanha e nós não tínhamos hospitais em todas as cidades. E hoje nós temos em todos, e a rede hospitalar está reduzida com o fechamento dos hospitais de campanha”, completou Teresa Britto.

A deputada também defendeu uma maior fiscalização das medidas de segurança.

“Não defendo o lockdown, mas uma fiscalização rígida para que não haja excessos nem do poder público nem da iniciativa privada”, finalizou.

Da Redação

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Política

Deputadas defendem a participação da mulher no cenário político

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As mulheres ainda são minoria no cenário político nacional, apesar de representarem cerca de 52% da população brasileira. No Piauí, apenas quatro mulheres são titulares do cargo de deputada estadual na Assembleia Legislativa do Estado. Os homens são detentores das outras 26 vagas. Para a deputada Lucy Soares (PP), o aumento da participação da mulher no cenário político é essencial.

“Para atuar nesse meio é preciso que a mulher seja sensível, antenada, aguerrida e que tenha conhecimento das necessidades de empoderamento das mulheres e das meninas. Inclusive, o Governador aprovou o nosso projeto de lei que criou o Dia da Menina, para que comecemos a tratar do empoderamento desde cedo. Essas meninas vão crescer conhecedoras dos seus direitos”, relata.

A disparidade entre a quantidade de homens e mulheres detentores de cargos eletivos alerta para uma questão sensível: as brasileiras não escolhem representantes mulheres nas eleições.

“Infelizmente a própria mulher não vota em mulher. Somos mais 50% da população, mas nós mal chegamos a 30% da representação na Assembleia, por exemplo. Essa valorização, essa motivação deve partir da própria mulher. As mulheres devem acreditar que elas são importantes para o trabalho no legislativo”, analisa a deputada Teresa Britto.

Para tentar aumentar a participação feminina no contexto político, entrou em vigor, no final dos anos 1990, a Lei 9.504/97 que obriga os partidos políticos a destinar pelo menos 30% das candidaturas nas eleições proporcionais à participação de mulheres. Já no ano de 2020, foi lançada pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) a campanha “Mais Mulheres na Política”, que buscava maior participação feminina nos espaços de decisão, incentivando a eleição de pelo menos uma vereadora em cada um dos municípios brasileiros.O deputado João Mádison (MDB) também defende uma maior representatividade feminina no Poder Legislativo. “A mulher precisa participar mais ativamente da vida política. Já tivemos uma presidente da República, mas aqui mesmo na nossa casa ainda são poucas mulheres. Precisamos que mais mulheres entrem na vida pública e participem. A mulher hoje pode ocupar qualquer cargo da administração pública”, afirma.

Fonte: Ascom/Alepi

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