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    Política

    Ciro Nogueira cita propaganda e diz que “bateu desespero” em Lula

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    Ciro Nogueira cita propaganda e diz que “bateu desespero” em Lula

    O ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira (PP), disse a jornalistas nesta 6ª feira (7.out.2022) que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) “não tem nada mais para dizer para o país” e que “bateu o desespero” no candidato, em razão das inserções em propagandas eleitorais do petista.

    No 1º dia de campanha eleitoral nas televisões para o 2º turno, a campanha de Lula reproduziu um trecho de entrevista do presidente Jair Bolsonaro (PL) ao jornal New York Times em 2016, associando o Chefe do Executivo ao canibalismo.

    “É para comer. Cozinha por 2 ou 3 dias e come com banana. Eu queria ver o índio sendo cozinhado. Daí o cara: ‘se for, tem que comer’. Eu como! Ai a comitiva, ninguém quis ir. Eu comeria um índio sem problema nenhum“, diz Bolsonaro no vídeo.

    Ciro, que acompanhava a agenda de gravações de propaganda eleitoral de Bolsonaro, afirmou que o “desespero” de Lula “só vai aumentar“. O petista, que saiu na frente pela corrida presidencial na 1ª rodada das eleições, alcançou 48,43% dos votos válidos e Bolsonaro, 43,2%, em 2 de outubro.

    Em outro comercial eleitoral nesta 6ª (7.out), Lula também disse ser contra o aborto, assim como “todas as mulheres” com quem se casou.

    O ministro da Casa Civil repercutiu o assunto em seu perfil no Twitter. “Canibalismo, Lula? Foi isso que sobrou para vocês? Já que ‘genocida’ não colou, o presidente Bolsonaro é canibal? Eu pensei que iam bater o desespero e baixaria no horário eleitoral na última semana. Me enganei. Lula, vergonha alheia!”, publicou.

    A campanha do atual chefe do Executivo acionou a Justiça Eleitoral alegando infrações do ex-presidente Lula ao se referir a Bolsonaro como “genocida”.

    O MPE (Ministério Público Eleitoral) já se posicionou contrário ao pedido de punição por propagação de discurso de ódio e ataques à honra e imagem do presidente, e o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) rejeitou pedidos de retirada de vídeos nas redes sociais que repercutiam a fala.

    Fonte: Poder360

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