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Artigo – Ciro: Ministro Chefe da Casa Civil da Presidência da República

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Na história recente da República Brasileira, relativamente ao Estado do Piauí, dois homens públicos brasileiros se destacaram e se notabilizaram nacionalmente: Petrônio Portella e Ciro Nogueira.

E ouso dizer que Ciro teve maior destaque, porquanto, exercendo cargo relevante, o segundo mais proeminente da hierarquia da administração pública federal, após o da Presidência da República.

E o faz, com o Brasil gozando do exercício pleno das liberdades coletivas, individuais e difusas. O País em democracia plena.

O Brasil, com sua democracia consolidada, embora o desejo de impeachment de ministros do STF e do TSE, com suas constantes invectivas contra o presidente Jair Messias Bolsonaro, eleito majoritariamente com 57 milhões de votos, registro nunca vista no País.

Quero significar, que Ciro está exercendo, e foi escolhido, para este Cargo de Ministro Chefe da Casa Civil no Brasil com o País sem resquícios de excepcionalidade extra-constitucional, de ditadura e prenúncios de tê-la com Bolsonaro.

Enquanto que Petrônio Portella, com todos os méritos, foi escolhido Ministro da Justiça, no momento que o Brasil abdicava dos últimos lances e vícios de uma ditadura que teve muito poder e foi tratada com protagonismo por civis e militares.

Por conseguinte, entendo eu, ser mais fácil escolher um Ministro num momento que antecede graves excepcionalidades extra-constitucionais, caso de Petrônio, do que encontrar alguém também com méritos, para exercer o cargo em uma oportunidade em que o Brasil experimenta ares de uma democracia pluripartidária, em um governo de coalisão, e com fortes divergências e radicalismos entre duas instituições que fortalecem as bases democráticas, como o STF e o TSE. E é neste momento que Ciro é acionado pelo Presidente da República para ocupar o Cargo de Ministro-Chefe da Casa Civil da Presidência da República. Momentos conturbados e adversos entre segmentos sociais de cores “pseudo-ideológicas divergentes”.

O presidente do STF e o presidente do TSE instigam o Presidente Bolsonaro – a maior autoridade do Brasil e Chefe de Estado – constantemente, ameaçando-o fazer seus impeachment, embora sem autoridade para fazê-lo porquanto o caminho correto e legal é remeter o processo à apreciação do Procurador Geral da República – PGR, que analisaria o pedido e o encaminharia à apreciação do Congresso Nacional – Senado e Câmara –desde que devidamente comprovado crime de responsabilidade do Presidente.

Entretanto, nem sequer o STF e o TSE têm essas prerrogativas constitucionais, portanto, fazem bravatas e ameaças infundadas ou fazem política partidária, ativismo político, embora proibidos, conquanto essa é uma função e/ou objetivo dos políticos que representam os partidos.

É nesse quadro e cenário, profundamente adverso, que o Senador Ciro Nogueira colocará sua habilidade, sensibilidade e inteligência em campo para harmonizar e serenizar essas divergências entre esses dois órgãos instituições (STF e TSE) e a presidência da República.

E Ciro chega a esse cargo, também respaldado de enorme prestígio político atrelado à base de cerca de 200 deputados e senadores do seu Partido ( o Progressistas) e de outras siglas partidárias que também compõem, esse grandioso e forte grupo político que é denominado de “Centrão” conquanto aliado à direita filosófica e doutrinária da política brasileira, conhecido pelo seu conservadorismo e/os interesses patrimoniais.

Evidente que Ciro sabe das imensas e alargadas dimensões de seu papel, como Chefe da Casa Civil, e representante desse grupo político partidário do qual faz parte.

No entanto, apaziguar e/ou conduzir um grupo dessa envergadura não será fácil. Especialmente quando há uma polarização muito grande quanto às eleições de 22, em que um ex-presidente, embora cassado e condenado, mas, logo depois, inocentado pelos tribunais, concorrendo à Presidência da República juntamente com Bolsonaro, que postulará a reeleição, como fizeram FHC, Lula e Dilma e foram reeleitos.

Entretanto, as supostas esquerdas, apenas com interesse estritamente político, formam e/ou transferem à opinião pública a ideia preponderante de que Bolsonaro perde a reeleição para Lula, o que entendo como pouco provável, ainda que a grande imprensa e as pesquisas indiquem que o ex-presidente, embora detentor de grande popularidade, não pode sair à rua para pedir votos porquanto as manifestações a favor de Bolsonaro e outros segmentos sociais, políticos, econômicos e empresariais “bombardeiam” Lula, com toda espécie de palavrões e substantivos, todos indignos de uma democracia popular.

Por conseguinte, é nesse quadro de manifestações políticas de rua acirradas, a TV Globo e os jornalões, todos os partidos de esquerda e o ativismo político-partidário do STF e TSE, especialmente, e seus presidentes, estão contra o presidente, que Ciro assume a Chefia da Casa Civil da Presidência da República.

Mas, embora o quadro acima, contra Bolsonaro, e a favor de Lula, o presidente conta com milhões de defensores e as diversas motociatas e caminhoneiros provam, comprovam e atestam o volumoso prestígio do Presidente Bolsonaro, o que contraria as pesquisas encomendadas pelas instituições, que já falharam nos seus resultados por várias vezes.

O Senador e agora também Ministro Ciro tem uma forte eugenia política, advinda e/ou herdada do pai, Ciro Nogueira, e do tio Nogueirinha, homens que exerceram a política no Piauí com dignidade e ética, lastro patrimonial herdado pelo filho e sobrinho Ministro Ciro Nogueira respectivamente. Bolsonaro está de parabéns e Ciro com a responsabilidade de ajudá-lo na gestão do Brasil.

MAGNO PIRES, Ex-Secretário de Administração do Piauí e ex-presidente da Fundação CEPRO, advogado da União (aposentado), professor, jornalista e ex-advogado da Cia. Antáctica Paulista (hoje AMBEV) por 32 anos consecutivos.

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