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Cotidiano

Amadeu Campos relata o acidente que o deixou paraplégico: “Tive uma depressão muito forte”

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Amadeu Campos relata o acidente que o deixou paraplégico: "Tive uma depressão muito forte"

O apresentador Amadeu Campos, titular do ‘Agora’, da Rede Meio Norte, concedeu nesta quinta-feira (11) uma entrevista ao jornalista Ieldyson Vasconcelos, no podcast ‘IelCast’

Durante entrevista, Amadeu Campos fez um relato do acidente em 2011 que o deixou paraplégico, acrescentando que teve que passar por uma readaptação e superação após passar por três cirurgias.

“Eu fraturei todas as costelas do lado direito. Tive um afundamento do ombro, que agora tem um titânico. Eu tive a lesão da medula, que também tem uma prótese. Também tive perfuração dos dois pulmões. Passei por três cirurgias, uma na coluna, nos pulmões e a do ombro”, detalha.

Amadeu Campos afirmou que após o acidente não tinha consciência do dano permanente da paraplegia.

“Depois que eu acordei, fiquei querendo me levantar. Até esse momento, não tava consciente do dano permanente que era a paraplegia. Pensei que era uma pancada e que eu iria recuperar meus movimentos. Mas os dias iam passando, quando eu fiz mais duas cirurgias, a do dreno e a do ombro, eu passei a questionar quando eu iria me levantar. Me falavam que o meu problema era circunstancial, sem poder movimentar as pernas, mas que iria passar. Os médicos seguem um protocolo. Mas minha mãe me deu a notícia, afirmando que não iria mais caminhar e acrescentou que nós iríamos nos concentrar em Deus que as coisas iam se encaixar”, explica.

Amadeu Campos confirmou que passou por uma depressão bastante forte.

“Nos primeiros meses, eu acordava e tentava mexer com minhas pernas, meus dedos. Dava o comando do cérebro. Mas nada. Até que veio a resignação. Mas tive depressão, muito forte. Olha, eu tive vontade de não viver mais. Cheguei a pensar em suicídio, mas não tenho coragem para isso. Os caras falam que suicídio é para os covardes. É nada. Pensa aí você tirar a própria vida. Eu não tenho essa coragem. Depois, eu tive o apoio da família, amigos”, frisa.

Da Redação

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